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A história do apartamento

Hoje, com o apartamento mobiliado e organizado, nem parece que demorou tanto para chegarmos aqui. A história do meu apartamento começou em abril de 2012, quando eu tinha acabado de conhecer meu marido e ainda não tinha planos de casamento. Estava juntando dinheiro há um tempo e sonhava em morar sozinha, por isso estava de olho em apartamentos de um quarto.

Recebi a propaganda de um prédio novo no bairro onde eu queria morar e fui lá conhecer. O projeto era maravilhoso, mas o terreno ainda estava intacto. Nem fundação o prédio tinha. Comprei! Parecia que minha vida estava resolvida: em dois anos eu me mudaria e teria a tão sonhada vida “sozinha”. Bom, nada disso aconteceu.

Já reparei que não adianta fazer muitos planos para o futuro. A vida se desenrola de outro jeito, geralmente muito melhor do que o que estava nos meus sonhos. O assunto “casamento” começou a fazer parte das nossas conversas e um dia levei o então namorado para conhecer o prédio.

Ele, sempre muito comunicativo, começou a conversar com um pessoal da obra e descobriu que a construtora tinha uma condomínio com apartamentos maiores. Maiores e mais caros, claro. Morri de medo de assumir uma dívida maior ainda e, para completar, dividir a casa com ele! Fizemos as contas e vimos que seria impossível. Topamos mesmo assim.

Aí começou a espera. Primeiro pela festa de casamento, que veio um ano depois. Voltamos da lua-de-mel e nada do apartamento. PS: as prestações continuaram a vencer todo mês, mesmo sem a entrega das chaves.

Onze meses se passaram até que nós pudéssemos nos mudar, exatamente em 19 de março de 2016. Tenho certeza que essa espera teve um motivo, e um dia saberei qual foi. Enquanto isso, quero curtir a casinha e dividir tudo com vocês! Gravei a TAG Lar doce lar para contar um pouco mais sobre o apartamento, suas qualidades e defeitos.

Ah, vou colocar também a planta baixa do apê para dar uma ideia melhor!

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Beijos!!

Mudamos para a casa nova!

Antes de tudo, preciso pedir desculpas pela ausência por aqui. Eu sou o tipo de pessoa que dedica 100% dos pensamentos a um projeto importante, e foi o que aconteceu com a mudança. Nas duas últimas semanas, fui consumida por mil preocupações e coisas a resolver no apartamento. Infelizmente, o blog ficou de lado nesse tempo. Esse é um defeito que preciso corrigir com o tempo. Mas agora que tudo voltou ao normal, vamos ao que interessa 🙂

No sábado (19 de março), nos mudamos oficialmente para a casa nova. Foram 11 meses de espera desde o casamento (18 de abril de 2015). Muito tempo para dois virginianos viverem em um esquema provisório, sem muita rotina. Lado positivo: desenvolvi minha paciência e aprendi que as coisas acontecem no tempo delas, não no meu.

No início do ano eu decidi que a gente se mudaria dia 19 de março. Foi uma decisão baseada em nada, apenas na vontade de resolver nossa vida. O Leo dizia que eu estava criando expectativas demais, que não daria tempo de pegar as chaves AND fazer as obras nesse tempo, etc. Mas quando eu coloco alguma ideia na cabeça, pode ter certeza que vai dar certo. Ainda mais quando se trata de datas, valores, números em geral. Tipo lei da atração, sabe como é?

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Depois de três anos encaixotadas, as xícaras começam a aparecer.

Então fizemos um mutirão com meus pais no sábado de manhã para trazer tudo o que faltava e instalar eletrodomésticos. Meu pai ligou a lava e seca, instalou o filtro e fixou os acessórios de banheiro. Minha mãe limpou toda a geladeira e trouxe mais sacolas lotadas de coisas. Desempacotei alguns copos, pratos, talheres e xícaras.

Os armários da cozinha vão demorar algumas semanas para chegar, então precisei improvisar um esquema de organização só com as bancadas. Peguei uma mesinha emprestada dos meus pais para colocar o micro-ondas (que depois vai ficar em um nicho no armário) e tentei arrumar um espacinho para cada item.

O gás aqui é encanado e os tanques ainda estão vazios. Vai ser um desafio cozinhar sem o fogão, mas estou animada com a experiência. Já tirei das caixas a panela elétrica de pressão, forninho e air fryer. Sábado fiz o primeiro teste com a panela de pressão: um macarrão à bolonhesa! Ele cozinhou mais do que deveria, mas quebrou o galho depois de um dia mega cansativo. A air fryer já é minha queridinha e tenho testado várias receitas. Amanhã vou contar para vocês uma das minhas preferidas! 🙂

Na sala já temos sofá, rack, TV, cadeiras e o pé da mesa (o tampo de vidro chega nos próximos dias). A mesa do escritório está provisoriamente na sala porque ficamos sem espaço no quartinho, que está entupido de tralhas e caixas. Os banheiros estão quase prontos, com armários, espelho, box, e porta-toalhas. O quarto tem o essencial: cama e armário. A TV está na casa da minha sogra e logo virá pra cá. Tudo encaminhado!
Até agora, estou gostando de tudo do apartamento. Estamos em um andar bem alto, então o barulho da piscina e dos carros mal chega aqui. É bem mais fresquinho do que eu imaginava e sempre entra um ventinho. Mesmo tendo vindo aqui dezenas de vezes nesse tempo, só agora pude perceber esses detalhes.

Não foi fácil sair da casa onde passei toda a minha vida, mas é maravilhoso realizar o sonho de começar uma nova família nesse apartamento. Tenho um certo pavor de mudanças de vida e de não saber o que me aguarda, mas tenho fé que essa casa me acompanhará em momentos muito especiais. Vai ser um aprendizado incrível para mim e para o Leo.

Ainda quero dar uma volta para conhecer melhor o comércio da vizinhança. Vou sair bem mais cedo para o trabalho porque o trânsito nesse bairro é pesado. E assim vamos adaptando a rotina e a vida nova 
E vamos voltar com a programação normal do blog porque eu estou morrendo de saudades!

Beijos!