Cozinha planejada | Como ficou!

Comentei ontem com vocês que passei algumas semanas de perrengue sem armários na cozinha, mas finalmente eles terminaram de ser instalados e está quase tudo pronto! Fiz móveis planejados para a cozinha porque o cômodo foi a melhor maneira de aproveitar ao máximo o espaço.

A cozinha é estreita e comprida, estilo corredor, e consegui colocar armários nos dois lados. Ainda não organizei tudo, mas já estou me virando e tentando arrumar um lugarzinho para cada item. Tenho MUITA coisa de cozinha, mais do que roupas ou sapatos. Para manter tudo em ordem, organização é essencial.

Fiz um vídeo com um tour mais completo pela cozinha, mostrando a parte interna de alguns armários. Vocês vão ver que a minha cozinha planejada ainda está looonge da organização que eu desejo, mas aos poucos tudo vai tomando forma.

Fiz os armários da casa toda com uma marcenaria aqui de Brasília. O preço fica bem mais em conta que na loja, o que pesou bastante na decisão. Quem fez o projeto foi a própria marcenaria e eu gostei muito do resultado. Escolhi cores clarinhas para a cozinha, pois queria um cômodo muito iluminado e gostoso de passar o tempo. Eu gosto muito de cozinhar e pretendo passar bastante tempo na minha cozinha planejada 🙂

Confiram as fotos e, ao fim, o vídeo com o tour completo!

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Beijos!

Tem açúcar?

Minha cozinha está praticamente completa, depois de dias de muito sufoco e improviso! Ficamos semanas sem gás nem armários, o que rendeu colocou a minha imaginação para trabalhar como nunca. Sem poder usar o fogão, cozinhei de tudo no microondas e na Air Fryer (essa salvou mesmo!). Consegui fazer algumas refeições bem decentes e lanches deliciosos.

O que me atrapalhou mais foi a questão dos armários. Como não tinha espaço para guardar toda a louça, desembalei só o mínimo necessário: alguns copos, pratos, xícaras, potes e talheres. Tudo ficava em cima das bancadas de granito, o que está longe do meu ideal de organização.

Também não podia comprar muita comida no supermercado porque não tinha onde guardar. Enfim, uma bagunça! Até que um dia estava na Leroy Merlin e vi uma estante bem simples, mas que me ajudaria a acomodar as coisas. Ela custava uns R$ 100 e eu quaaaase comprei, mas aí pensei: acho que consigo uma emprestada!

Tentei com os meus pais e algumas amigas, mas não encontrei. Aí lembre do site Tem Açúcar?, que eu conheço há um tempo, mas nunca tinha feito um pedido. Funciona assim: você se cadastra e pode pedir algo emprestado. O aviso chega para usuários que moram perto da sua região. Se alguém tiver o material disponível para empréstimo ou doação, entra em contato e vocês combinam o encontro.

Contando com a sorte, postei no site que precisava de uma estante. No mesmo dia, veio a resposta da Fernanda, uma vizinha de bairro muito atenciosa que salvou a minha cozinha. Combinamos que eu passaria na casa dela naquela noite. Levei o móvel para casa e vocês acreditam que ele encaixou certinho na bancada de granito? Nem acreditei quando vi!

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Essa é a estante salvadora! Ela é pequena, mas quebrou o maior galho para guardar potes e embalagens de comida. Foi a nossa “despensa” por um mês e evitou que a cozinha virasse um caos completo.

Esse post é para lembrar que podemos resolver várias situações sem gastar um centavo. É só usar a criatividade e arrumar alternativas. No meu caso, também precisei contar com a solidariedade dos outros e sou muito grata à família que me ajudou. Sempre fico de olho nos posts do Tem Açúcar? para ver se posso ajudar alguém. Ainda não rolou, mas sei que um dia alguma coisa minha será útil para outra pessoa 🙂

Ah, e amanhã mostro para vocês como ficou a cozinha com todos os armários e eletrodomésticos instalados. Eu amei o resultado e espero que vocês gostem também!

Beijos!

Como aproveitar folhas e talos

Desde que nos mudamos para o apartamento novo e eu comecei a cozinhar com mais frequência, percebi como desperdiçava os alimentos. De tudo que chegava da feira, boa parte ia para o lixo: talos, folhas e cascas ficavam de fora das receitas e eram desperdiçados.

Ninguém gosta de ver o dinheiro indo pelo ralo, então passei a prestar mais atenção aos alimentos para entender como aproveitá-los ao máximo. Até agora, encontrei soluções boas para cenoura, brócolis e espinafre. Ainda sofro com as frutas, mas esse é o próximo passo! Hoje quero dividir com vocês dicas de como aproveitar folhas e talos. Todas foram testadas e aprovadas por mim, então pode confiar 🙂

Cenoura
Em vários mercadinhos orgânicos aqui da minha cidade, a cenoura é vendida com a folhagem. O vendedor costuma perguntar se você quer levar com ou sem as folhas, e um dia decidi levar tudo para aproveitar as folhas de alguma forma. O gosto da folha de cenoura é bem marcante e pensei que daria um bom tempero. Fiz o teste no caldo de frango e agora só faço assim! Geralmente compro um peito de frango inteiro, com o osso, e coloco para cozinhar na pressão coberto de água. Para o caldo não ficar sem graça, complemento esse cozido com as folhas da cenoura (que costumo guardar no freezer também), uma cebola picada e outros temperos que eu tiver no dia. Depois que o frango sai da pressão, você tem um caldo delicioso para congelar e usar em risotos ou sopas.

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Espinafre
Gosto de muitas receitas que levam as folhas do espinafre, mas sempre ficava na dúvida sobre o que fazer com os talos. Comecei a usá-los para dar um up na água do arroz. Depois de tirar as folhas, corto os talos em pedaços e coloco em uma panela com água. Deixo ferver por alguns minutos, até que a água fique verdinha. Dá para usar na hora ou congelar em saquinhos de plástico para os próximos dias. Refogo a cebola e o arroz normalmente, e uso a água do espinafre para cozinhar. Para mim, o arroz não fica com gosto e mal dá para perceber que foi cozido com a água do espinafre.

Brócolis
Você também ama um arroz de brócolis? Eu adoro e encontrei um jeitinho de fazer o brócolis render muito mais. Antes, eu picava as flores junto com um pouco do caule para fazer o arroz e descartava as folhas. Agora faço o seguinte: tiro as flores para fazer salada no pote (Aprenda a fazer aqui) ou assar no vapor para acompanhar algum prato no almoço. Junto o caule e as folhas e congelo se não for usar naquele dia. Para fazer o arroz, pico tudo bem pequeno. O gosto do caule e das folhas é exatamente o mesmo das flores, a parte “nobre” do brócolis. O arroz fica muito gostoso, nem dá para perceber que foi feito com os pedaços que muita gente joga fora.

Meu próximo passo será aprender a aproveitar cascas de frutas, que morro de dó de jogar fora. Já li algumas coisas sobre a farinha da casca do maracujá, fruta que uso muito lá em casa e só aproveito o miolo. Se vocês tiverem alguma dica para aproveitar melhor legumes e frutas, por favor, me contem aqui! Estou animada para reduzir o lixo e aproveitar melhor as minhas compras. Afinal, fazer feira não está nada barato!

Beijos!

Dicas de NY

Hora de tirar a poeira do blog! Estive de férias nas duas últimas semanas e o blog ficou bem paradinho nesse tempo. Peço desculpas, mas agora estou de volta por aqui!

Antes de retomar os assuntos principais aqui do Lar Possível (organização, decoração, etc), quero falar uma pouquinho sobre as minhas férias 🙂 Eu, meu marido e minha irmã passamos oito dias em Nova York e foi um sonho realizado! Esse tipo de viagem sempre reforça em mim a ideia de que compensa economizar e mudar alguns hábitos para alcançar nossos objetivos.

Não é fácil fazer uma viagem internacional, principalmente quando o dólar está nas alturas, mas é possível. Acredito que, mantendo o foco nas economias, todo mundo chega lá. É claaaro que a minha viagem não teve luxos, mas só de conhecer aquela cidade eu já me realizei! Quero dar algumas dicas de NY e vou resumir em tópicos alguns detalhes sobre a viagem:

Hotel: Ficamos no Red Roof Inn Queens, um hotel no bairro do Queens (fora da ilha de Manhattan). A diferença de preços entre os hotéis de dentro e fora da ilha é enorme. Claro que a distância pesa um pouco, já que gastávamos mais ou menos 30 minutos de caminhada+metrô para chegar ou sair do hotel rumo a Manhattan. Se você é jovem e tem disposição, como é o nosso caso, sem problemas. Mas se você vai viajar com crianças ou idosos, há opções melhores. Para quem quer comprar MUITO, também não compensa se hospedar tão longe. O ideal é pegar um hotel bem central para deixar as sacolas ao longo do dia. Ninguém aguenta fazer passeios carregando peso. Não adianta economizar com hotel e ficar sofrendo na viagem…escolha um local de acordo com o seu perfil e vai dar tudo certo! Ah, e sobre o nosso hotel: padrão americano, com aquele cheirinho esquisito de carpete e cortina de plástico na banheira. O café da manhã é super movimentado e termina cedo, às 9h30, então só comi lá duas vezes. Muito silencioso, tranquilo, e aceita encomendas sem cobrar nada.

Transporte: Usamos o MetroCard, que dá viagens ilimitadas de ônibus e metrô. Custou 31 dólares e dura 7 dias. Foi uma mão na roda, porque cada passagem de metrô custa 3 dólares. Usávamos várias vezes ao longo do dia para ir de um ponto a outro da cidade. No mapa, Manhattan parece pequena, mas é uma canseira caminhar aquilo tudo. Na volta para o aeroporto, pegamos um Uber categoria XL, que manda carros maiores, para acomodar as malas. Não pegamos nenhum táxi durante a viagem, o metrô resolvia tudo!

Alimentação: Você pode economizar muuuito comendo só em redes de fast food e carrinhos de rua. Meu organismo não dá conta, então prefiro gastar um pouco mais para comer comida “de verdade”, tipo massas e saladas. AMO as comidas daqueles típicos diners americanos, restaurantes que servem pratos tradicionais: panquecas, hambúrgueres, ovos com bacon, etc. Então fui alternando entre refeições trash e “normais”. Não sou fã de restaurantes da moda que estão bombando no Instagram, mas fui em alguns para acompanhar a minha irmã. Considero que me dei mal em todos eles…hahahaha Muita fila, pouca comida e conta surreal. Alimentação é algo extremamente pessoal, mas digo que dá sim para economizar bem com comida em NY.

Passeios: Você pode assistir a um musical da Broadway na primeira fila ou conseguir um ingresso promocional, como nós fizemos. Ou nem assistir, se não for a sua praia! Sou contra regras em viagens e acho que você não precisa fazer os passeios X ou Y para ter uma viagem agradável. Se você quer ir a NY só para provar doces diferentes ou conhecer cenários de filmes, vai fundo! Faça o que você quiser e seu bolso permitir. Eu, por exemplo, não curto subir no topo de monumentos para ver a vista. Por isso, não subi no Empire State nem no Top of the Rock. É algo muito particular: não vi graça nem subindo a Torre Eiffel. Então esqueça roteiros engessados e faça o que você gosta. Também é possível economizar muito nos passeios. O Museu de História Natural e o MET, por exemplo, não têm preço fixo. Eles recomendam um valor para o ingresso, mas você paga o quanto puder. E o melhor de NY, para mim, foi caminhar muito, ver gente diferente, tirar fotos das ruas, esse tipo de coisa que não custa nada 🙂

Gravei alguns trechos da viagem para dar dicas da cidade e estou editando vlogs para o canal. Já publiquei os dois primeiros e comecei a editar o último! Se você quiser conhecer um pouquinho mais dessa linda cidade e pegar dicas para a sua próxima viagem, dá uma olhada! Depois vou fazer um post só falando os restaurantes que provamos 🙂


Beijos!

Porta decorada

Eu nunca tinha pensado na decoração da entrada do nosso apartamento, até que, na nossa lua-de-mel, encontramos plaquinhas lindas com números para pendurar na porta. São placas de cerâmica pintadas à mão, realmente lindas.

Nosso prédio segue o padrão da maioria dos novos edifícios: o número do apartamento fica sinalizado em uma placa de metal colada em cada porta. A nossa era um pouco sem graça, então trocamos pelas placas de cerâmica. Gostei muito da mudança e resolvi pesquisar algumas ideias de portas decoradas para inspirar vocês!

Primeiro, algumas fotos da minha porta depois da troca. Colamos com fita dupla face para fixar quadros, que você encontra em lojas de artigos para casa. Ficou simples e fofo 🙂 O que vocês acharam do resultado?

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E agora algumas fotos para inspirar quem quiser alegrar a entrada de casa:

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Beijos!

Dilema do criado-mudo

Há anos, ganhei da minha avó o criado-mudo que ficava no quarto de solteira da minha mãe. Dormi ao lado dele em muitas e muitas férias, até que ele passou para o meu quarto definitivamente. Sabe aquele móvel todo trabalhado, impossível de encontrar hoje em dia? É ele!

Levei o criado para o apartamento novo, mas ele não coube do meu lado da cama. Fizemos um teste no lado do Leo e ficou perfeito! Como mudar de lado na cama não é uma opção para dois virginianos, concordamos que ele usaria o móvel. Aí surgiu o dilema: o que eu coloco no meu lado da cama?

Não preciso de muita coisa, só mesmo um apoio para a garrafa de água, caixa de lenços, celular e alguns remédios (esqueço de tomar se estiverem longe). O espaço é mínimo e inviável para a maioria dos móveis que pesquisei. Tenho 40 centímetros, mas quero deixar pelo menos 10cm livres para facilitar na hora de arrumar a cama.

Outro requisito para o criado é que ele não tenha pés e fique pregado na parede. O espaço já é apertado para fazer a limpeza, não quero piorar a situação. E quanto menos objetos eu tiver que levar de um lado a outro, mais fácil é a faxina.

Ainda não encontrei O criado-mudo, mas achei várias ideias interessantes nas minhas pesquisas.

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Todos esses são da TokStok! Gostei dos modelos, mas nenhum é exatamente o que eu procuro. Achei ideias lindas também no Elo7, um site que reúne vários artesãos. Essas são as opções mais diferentes;

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Caixa de feira com rodinhas da Caixaria Móveis . Essa dá para arriscar fazer em casa!

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Prateleira fofíssima e prática da Estrada Real Artes

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Que sonho essa casa de passarinhos ao lado da cama! Dá para apoiar um livro no telhado, copo, protetor labial e remédios. Achei linda demais! Essa é da Pallets Mil, também do Elo7.

Enquanto faço as minhas pesquisas, vou bolando também um desenho que possa ser reproduzido pelo marceneiro que fez nossos armários. Demoro muito para me decidir e gosto de ver várias referências, então estou sem pressa. Mas acho que lá para maio ou junho esse criado sai 🙂

Beijos!

Escolhendo as plantas da varanda

Adoro ter plantas em casa e até sou cuidadosa com elas, mas a maioria não vinga nas minhas mãos. Me dou melhor com espécies mais resistentes, que só precisem de um pouco de água e sol para crescer bem. A escolha das plantas para a varanda da casa nova levou em conta essa característica.

Estamos trazendo as plantinhas aos poucos, e até agora todas se deram bem na sacada. Lá não pega sol mega forte em nenhuma hora do dia (o apartamento não é nascente nem poente, é virado para o sul). Achei que seria um problema, mas por enquanto todas estão firmes e fortes.

A primeira escolhida foi uma mini roseira, que depois de alguns dias descobri ser amarela <3 . Ela já cresceu bastante e logo logo precisará de um vaso maior. Coloco água todos os dias à noite e fiquei impressionada com o desenvolvimento dela! Os dois primeiros botões abriram e viraram rosinhas lindas. Me animei e quero colocar mais mini rosas. Pensei em colocar várias mudas em um vaso maior para elas crescerem juntas. Será que dá certo?

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No fim de semana chegou a nova moradora da sacada; uma palmeira ráfia (ou rhapis). Marido era louco por essa planta e aproveitou uma promoção da Leroy Merlin. Escolheu um vaso lindo e transplantou a palmeira. Por enquanto ele está responsável por ela, então eu não rego nem nada. Parece que ela cresce bem, então vai precisar de poda no futuro. A palmeira deu uma cor linda para a varanda, alegrou o ambiente. Como a ráfia ocupa mais espaço, é bom planejar bem o ambiente antes de levá-la para casa.

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E agora uma sobrevivente: essa suculenta fez parte da decoração do nosso casamento, ou seja, está comigo há um ano! No meio da festa, separei dois vasinhos e pedi para minha mãe cuidar delas até que eu voltasse da lua-de-mel. As duas cresceram bem e foram para vasos maiores. Virei o ano com elas, mas uma morreu esses tempos… Coloquei a sobrevivente na varanda e estou observando para ver se ela gostou. A suculenta é a planta mais tranquila de cuidar, ela é muito resistente. É indicada até para banheiros (embora eu sinta que a minha goste de um pouco de sol).

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E assim a nossa varanda vai ganhando mais cores! Ainda quero montar um jardim vertical para aproveitar a parede e colocar alguma mesinha ou aparador. Ainda estou pensando, depois divido as ideias com vocês 🙂

Beijos!

Agora vai! Resultado de março

Mais um mês de Agora Vai e três itens a menos no meu guarda-roupa! O desafio de março foi um pouco diferente e incluiu maquiagem e acessório. A ideia é escolher 3 peças abandonadas no armário para usar durante o mês. Se eu não usar ou não gostar do resultado, os escolhidos precisam ser doados ou vendidos.

Para março, eu escolhi uma saia, um batom e um par de brincos. O resultado desse desafio você pode conferir no vídeo abaixo. Se você ainda não é inscrito no nosso canal no Youtube, corre lá!

Lá também mostro os itens escolhidos para entrar no desafio de abril. Dessa vez foi um pouco mais difícil escolher as peças, mas deixei o apego de lado e fui em frente 🙂

Beijos!

Como impermeabilizar granito

Desde o início da reforma, eu sabia que usaria um granito claro nas bancadas da cozinha. Pesquisando as opções, logo entendi que as pedras brancas e beges são as que mais mancham. Qualquer gotinha de água ou gordura já escurece o granito. As manchas de água até secam, mas, com o tempo, vão tomando conta da pedra.

Resolvi encomendar as bancadas na cor branco siena, que tem preço acessível e uma cor linda, na minha opinião. Falei um pouco aqui sobre a escolha do granito. Mas e a impermeabilização? É possível contratar uma empresa para fazer o serviço, mas eu preferi fazer por conta própria. Hoje vou contar para vocês o passo a passo desse processo super simples de como impermeabilizar granito!

Existem vários produtos no mercado. Na Leroy Merlin encontrei três, de preços variados. Escolhi o Bloccare, que custou R$ 50. Não conhecia a marca, mas achei as instruções fáceis de seguir e arrisquei. Você vai aplicar o líquido com um rolo de espuma, então aproveitei para comprar um (R$ 5).

Limpei bem a bancada com água e detergente neutro. Passei um pano e, para ter certeza de que ficaria bem seco, esperei algumas horas. Aí é só começar a passar o produto! O líquido é bem ralo e quase transparente, então eu jogava um pouco na bancada e ia espalhando com o rolo.

Passei por toda a pedra, inclusive no “espelho” e nos acabamentos. Deixei secar por 5 minutos e passei um pano úmido para tirar o excesso, como explica a embalagem. Se sobrar algum restinho de produto na pedra, dá para tirar com esponja ou palha de aço. Lá não dizia nada, mas preferi esperar algumas horas antes de voltar a usar a bancada.

O resultado foi ótimo! Antes, qualquer gotinha ficava marcada na bancada. Agora você vê a água lá, parada, sem conseguir entrar no granito. Ainda me preocupo em deixar tudo seco, especialmente as áreas mais molhadas, como a torneira e o lugar do detergente. Não sei qual o nível de proteção desse produto, então não custa prevenir.

Não usei nem um quarto da embalagem, quem vem com 750ml. Deu pra ver que ele rende bastante. Vou guardar o Bloccare por alguns meses para dar outra demão mais pra frente, se eu sentir que precisa.

A minha aventura para impermeabilizar granito por conta própria deu super certo e custou pouco. O processo é muito fácil, pode tentar sem medo!

Algumas fotos do produto e do granito já pronto. Ainda estamos sem armários na cozinha, por isso a bancada ainda está essa confusão.

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Ah, e esse é o procedimento para granito polido? Para o bruto, é melhor ler as instruções do seu produto.

Beijos!

Validade dos alimentos

A maior parte dos alimentos entra na nossa casa com um aviso bem claro da data de validade. Mas quanto tempo o produto pode ficar na geladeira depois de aberto? E as frutas, hortaliças e vegetais? E grãos comprados a granel na feira? Ainda tenho muitas dúvidas sobre a margem segura de tempo para consumir os alimentos e acabo decidindo se algo vai ou não para o lixo “no olho”.

Pesquisando sobre o assunto, encontrei um site muito prático, o Eat by date. Você escolhe o produto e ele te dá uma tabela da validade em várias situações: no freezer, na geladeira, aberto, ou fechado. Para as menos experientes (como eu!), ele explica ainda como saber se o alimento está bom ou estragado e dá dicas de receita para não desperdiçar aquele restinho de comida.

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Peguei alguns exemplos das dicas do site para compartilhar com vocês. Lembrando que o site não é brasileiro e não leva em conta as altas temperaturas que enfrentamos por aqui. O calor vai alterar bastante a validade de um alimento mantido fora da geladeira.

Manteiga
2 semanas depois de aberta na geladeira
6 a 9 meses no freezer
Dica: Coloque na geladeira assim que chegar do mercado. Guarde a manteiga em uma prateleira interna em vez da porta do refrigerador pra evitar mudanças de temperatura. A manteiga com sal dura mais!

Banana
2 a 7 dias na fruteira
até 9 dias na geladeira
Dica: A banana escurece de acordo com a temperatura do local, por isso é bom guardar na geladeira caso esteja muito quente. Bananas muito maduras podem ser aproveitadas em receitas ou congeladas para fazer sorvete.

Café em pó
3 meses no armário
1 ano no freezer (fechado)
Dica: A melhor maneira de armazenar café em pó é usando um pote bem fechado no freezer. Lá em casa guardo na geladeira mesmo!

Macarrão
7 dias na geladeira no caso do macarrão já cozido
1 ano no pacote fechado
Dica: O site recomenda que a massa fique guardada na própria embalagem. Depois de cozido, o macarrão pode ser armazenado em um pote fechado. Ao contrário do que muita gente pensa, dá para congelar macarrão pronto! Eles indicam que você coloque a massa na água fria para interromper o cozimento antes de congelar. Nunca tentei, sempre congelei “na louca” mesmo.

 

 

Frango
7 dias na geladeira depois de cozido
6 meses no freezer depois de assado

Selecionei alguns alimentos que costumo ter em casa, mas o Eatbydate.com lista todo tipo de comida. Carnes, grãos, bebidas, industrializados, frutas, legumes, tudo mesmo! O único porém é que ele é todo em inglês… Mas acho que vale a tentativa mesmo para quem não conhece o idioma, já que as tabelas são muito tranquilas de entender.

Espero que a dica ajude a entender melhor a validade dos alimentos 🙂

Beijos!