As suculentas

Oi, gente!

Já tentei cuidar de vários tipos de plantas, mas nunca tive sucesso. Acho lindo quem começa com uma muda e consegue fazer a planta crescer. Não sei se coloco muita ou pouca água, se deixo no sol ou na sombra, se mudo de vaso… Então elas sempre morrem depois de algum tempo!

No nosso casamento, vi que a decoradora lembrou do meu pedido e colocou vasinhos com suculentas na mesa do bolo. Separei duas e pedi para a minha mãe cuidar até eu voltar da lua de mel. Achei fofa a ideia de cultivar uma plantinha desde o dia do casamento :). Com essa motivação, resolvi levar a história a sério e fui atrás dos cuidados recomendados para elas. Elas estavam assim:

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Estava achando a da direita muito apertada no vasinho e fui atrás de um maior. Todos os blogs que eu encontrei disseram para colocar pedrinhas no fundo do vaso, o que evita o acúmulo de água e o apodrecimento da raiz. Algo me diz que essa vai ser a salvação das plantas! Morro de dó e sempre coloco umas gotinhas extras, mas as bichinhas acabam morrendo afogadas. Comprei tudo no Extra e saiu até barato. O saco de pedrinhas foi coisa de R$ 5. Vejam como ficou o fundo do vasinho (R$ 2 cada):

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Depois coloquei a terra (por volta de R$ 7 o saco com 2kg). Lembro de, quando criança, usar terra da rua e ficar imaginando por que a planta não sobreviveu, hahahah. Acho que a terra tem que ser preparada com nutrientes para a planta. Aí é só tirar com cuidado a suculenta do vasinho original.

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Olha como as raízes já estavam bem apertadas! Não entendo nada de plantas, mas me parece um sinal de que ela não cresceria muito mais no vasinho. Coloquei no pote novo e completei com terra. Não apertei muito para não “sufocar” as raízes, ou algo do tipo. Mais pedrinhas para ficar fofo:

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Que linda! Vamos ver se vai dar certo. Não quero me apegar muito para não sofrer caso meu lado assassino fale mais alto. O próximo passo é fazer a multiplicação das suculentas! Sei que dá para pegar o pedaço de uma e plantar em outro vaso, masss aí já complica um pouco.

A fase 3, a mais temida pelo meu marido, é a plantação de alimentos na varanda de casa. Ele acha o fim ter um pé de alface na janela, mas é meu sonho! Imagina correr na varanda e colher os ingredientes da salada? Ou ensinar nosso bebê a plantar? <3

Beijos!!

Update: No segundo dia na casa nova, achei que os raminhos se “espalharam” mais pelo vaso. Veremos.

Lua de mel na Itália – San Gimignano

Vou pular alguns dias no roteiro da nossa lua de mel na Itália para falar sobre um lugar lindo: San Gimignano. É uma cidade lotada de turistas, mas não sei se é um destino tão comum para  brasileiros. Essa cidade medieval da Toscana fica bem perto de Florença, mas não tem trem direto para lá. Pegamos um trem para Poggibonsi (pouco mais de 7 euros) e lá na lojinha da estação compramos o tíquete do ônibus (2,50 euros). O caminho é lindo e senti falta de ter alugado um carro para ir parando no caminho. Não seria muito fácil dirigir ali, já que é uma subida e passamos por ruas muito estreitas, mas o marido daria um jeito :).

O ônibus nos deixou bem na entrada da cidade e de cara já ficamos encantados com as paredes de pedra e as ruas estreitas. O mais engraçado é ver que as pessoas trabalham e moram naquele cenário de filme, com grades de ferro nas janelas e portas da minha altura! Assim que entramos, vi uma placa indicando o restaurante onde queria almoçar. A Trattoria Chiribiri (Piazzetta della Madonna, 1) me ganhou quando li que servia uma das melhores refeições da Itália. E foi exatamente isso que aconteceu!

Lá no fundo, a portinha do restaurante mais incrível da viagem.
Lá no fundo, a portinha do restaurante mais incrível da viagem.

O restaurante é micro, mas chegamos cedo e ainda estava vazio. Pedimos uma tábua de frios delícia e vinho enquanto esperávamos os pratos. Quase morro de alegria quando chega o prato de massa fresca com molho de gorgonzola e trufas negras. O melhor macarrão que já comi na vida!! O molho bolonhesa do Leo também estava maravilhoso. Quase mudamos os planos e ficamos por lá mesmo só para comer outra vez nessa trattoria :).

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Demos uma voltinha para curtir aquela vista típica da Toscana, com muito verde e casinhas fofas. As fotos não conseguem mostrar a beleza daquela paisagem, é inacreditável. Mais uma vez quis um carro alugado e tempo para conhecer os produtores de vinho e salame da região. Fica pra próxima!

Seguimos para a Piazza Cisterna em busca do “melhor sorvete do mundo”. Vimos duas gelaterias com placas de “melhor do mundo no ano tal”, então escolhemos a que tinha a maior fila: a Gelateria di Piazza. Provei um sorvete de frutas vermelhas com lavanda, uma delícia! Leo foi no tradicional chocolate, também gostei muito.

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Caminhamos a tarde toda, vimos as famosas torres e compramos lembrancinhas lindas (foi o lugar com os souvenirs mais legais da viagem). Na hora de voltar, me dei conta de que esquecemos de perguntar os horários do ônibus, hahaha! Esse pequeno erro nos custou uma bela hora de espera, mas nas férias tá tudo lindo. O ônibus nos deixou na porta da estação e esperamos um pouco pelo trem. Chegamos em Florença no fim do dia e até daria tempo para mais um passeio, mas a chuva e a preguiça falaram mais alto e voltamos ao hotel.

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Espero que seja útil! Não deixem de colocar San Gimignano no roteiro pela Toscana!

Beijos

Lua de mel – Milão/Roma

Continuando o relato sobre a nossa lua de mel na Itália…

Depois de conhecer a Última Ceia, fomos até o Castello Sforzesco, uma construção enorme e bem preservada. Descansamos um pouco e tiramos muitas fotos. O castelo fica dentro do parque Sempione, que vale muito uma visita.

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Caminhamos até o final do parque e pegamos o bonde elétrico rumo ao Duomo. Demoramos a entender como comprar a passagem do bonde, então aí vai a dica: qualquer bar/café/tabacaria vende. A parada do bonde era bem sinalizada, tinha um painel mostrando quanto tempo faltava para a nossa linha chegar. Já no Duomo, entramos para conhecer a igreja por dentro e partimos para uma visita que eu queria muito fazer: conhecer o terraço! Você pode subir pela escada por 8 euros, mas a preguiça era maior e optamos pelo elevador por 13 euros. Os seguranças dera uma olhada rápida nas bolsas e logo pegamos o elevador. A vista lá de cima é maravilhosa, mas a melhor parte é ver de perto alguns detalhes do prédio. Você consegue caminhar por uma boa parte do terraço, adorei a experiência.

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Seguimos uma dica de vários blogs e fomos atrás do Luini, uma espécie de padaria mega concorrida. Nas duas vezes em que estivemos lá, tinha fila na porta. Eles vendem mil coisas, mas a especialidade é o panzerotti. Pedimos o tradicional, de ‘mozzarella e pomodoro’, mas são muitos sabores. É uma massa de pão recheada e frita, não tem como dar errado :).

Vi na internet fotos da igreja San Bernardino alle Ossa, perto do Duomo, e fiquei curiosa pra conhecer. Péssima ideia…hahahaha. A igreja tem uma espécie de capela com as paredes cobertas por ossos ¬¬. Me senti mal logo que entrei e não tirei fotos. Não é mesmo meu estilo de passeio, mas tem quem goste :p.

Depois caminhamos até a Pinacoteca di Brera. O caminho é longo para ir a pé, mas eu gosto de ver as ruas e lojas. Não entramos no museu, ficamos só conhecendo os arredores. Procurei até encontrar o Ristorante Toscano al Pozzo (Via S. Carpoforo,  7), que serve um menu completo por 10 euros! Peguei a dica no blog Milão nas Mãos. Queríamos jantar mais tarde, então pulamos o restaurante e fomos atrás da sorveteria Amorino (Via Fiori Chiari, 9), também recomendada. Foi o primeiro de muitos sorvetes deliciosos da viagem!

No dia seguinte pegamos o trem rumo a Roma! É uma cidade que eu adoro e estava louca para mostrar para o Leo. Saímos da estação Termini e deixamos as malas no Mercure Piazza Bologna, outro hotel confortável em área residencial. Tivemos boas surpresas por ali :).

Sem perder tempo, pegamos o metrô até o Coliseu (tem uma estação bem em frente). Quando você sai da estação, não tem como não ficar impactado com aquela imagem. Como pode um lugar tão antigo ainda ter condições de receber milhares de pessoas por dia? É surreal! Pagaríamos para entrar mesmo que custasse o dobro do preço. Felizmente, são 12 euros por pessoa para visitar o Coliseu, o Palatino e o Fórum Romano.

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Leo ficou alucinado com o Fórum Romano, foi difícil tirá-lo de lá! Queria conhecer a Piazza del Campidoglio, que não entrou no roteiro das últimas viagens. A escadaria é linda, mas estava acontecendo um protesto no meio da praça e não pudemos circular muito. Acho muito tranquilo caminhar em Roma, então pulamos o táxi/ônibus e fomos andando pela Via del Corso (bem movimentada, muitas lojas) até a Fontana di Trevi. Esse, pra mim, é um dos lugares mais lindos do mundo. Antes da viagem já sabíamos que ela estava em obras, então fomos com expectativa zero. Ela estava seca e quase toda coberta, não deu pra ver muito :(. Pra salvar o passeio, só uma paradinha para o combo pizza+sorvete!

Tivemos a ideia “genial” de andar até Trastevere, um bairro com vários restaurantes tradicionais. Eu tinha a indicação de um, o Da Enzo al 29 (via dei Vascellari 2), e cismei que nosso jantar seria lá. Depois de uma bela caminhada, fila na porta….hahahahha! A espera valeu muito, adorei o restaurante. É uma micro trattoria, então enche fácil mesmo. As massas e o vinho estavam incríveis. No meio do jantar, percebi que o tiramisú estava acabando e não pensei duas vezes: pedi a sobremesa antes de acabar o prato principal! Que delícia de doce! Ainda não achei um tão bom em Brasília, só um similar aqui.

 

Não sobrou nadinha do carbonara :)
Destruindo o carbonara depois de hoooras caminhando 🙂

Nosso limite de caminhada seria até o próximo ponto de táxi. Assim fizemos e chegamos tranquilos no hotel. Leo ainda foi dar uma volta nas ruas próximas ao Mercure e fez ótimas descobertas.

Nem acredito que fizemos tanta coisa! E ainda falta muito :).

Beijos!

Lua de mel na Itália – Milão

Casamos!! Tivemos uma linda cerimônia dia 18 de abril e curtimos muito a festa com nossas famílias e amigos. Vou mostrar como fiz algumas coisas, mas antes quero registrar aqui detalhes da nossa lua de mel. Passamos 11 dias na Itália e foi incrível! A decisão do destino foi rápida: surgiu uma promoção para alguns países da Europa e eu perguntei para o Leo qual era o sonho dele. A resposta foi o Vaticano, então ficou bem fácil :). Preferi ficar só em um país porque o tempo seria curto e assim teríamos como explorar algumas cidades menores.

Estive na Itália em 2009 e 2010 e conheci Roma, Florença e Veneza. Queria muito voltar à Florença e conhecer melhor a região da Toscana. Roma tinha que estar no roteiro por conta do Vaticano. O avião desceu em Milão e eu não ia perder a chance de conhecer a cidade. Sobrou um tempinho para ir a Pisa, San Gimignano e Bologna. Fiz os roteiros com bastante folga e conseguimos aproveitar tudo com calma. Afinal, era uma lua de mel, não um mochilão :p!

Antes da viagem reservei todos os hotéis e alguns dos passeios. Nessas cidades, muitos pontos turísticos têm filas enormes e alguns precisam ser reservados com alguma antecedência. Vou detalhando isso quando falar sobre cada cidade. Outro detalhe é comprar o seguro saúde para a Europa (alguns cartões de crédito oferecem o serviço, mas nós compramos). Trocamos o dinheiro na semana do casamento, então não tivemos muita escolha em relação ao câmbio. Levamos 100 euros por dia para o casal e foi o suficiente. Não entram na conta hotéis e passagens de trem em trechos mais longos.

No meu estilo de viagem, esse valor é até um pouco alto, mas não estávamos muito dispostos a enfrentar certos perrengues. Então pegamos táxis quando ficávamos cansados, comemos tudo o que dava vontade, compramos lembrancinhas para a família e fomos em restaurantes mais legais. Ou seja, esse valor foi tranquilo para uma viagem que considero “econômica sem stress”.

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Pegamos o voo direto da Air France Brasília-Paris em uma segunda-feira à noite e depois pegamos a conexão para Milão. Nunca tinha voado na companhia e gostei muito do serviço. Ótimas comidinhas e uma quantidade boa de filmes na mini TV, deu pra distrair. Chegando no aeroporto Linate, pegamos o ônibus 73 até o ponto final, que é uma estação de metrô. Seguimos para a estação Reppublica, que ficava bem perto do hotel, o Ibis Milano Centro. A região é mais residencial, distante do centro histórico, mas eu queria evitar surpresas desagradáveis e optei por algo mais garantido. Fiz isso em toda a viagem e não me arrependo, ficamos muito bem hospedados.

Deixamos as malas e corremos para o metrô em direção ao Duomo. Já estava tarde e só poderíamos entrar no dia seguinte, mas a beleza daquela construção merecia a visita apressada. É maravilhoso! Passeamos na Galeria Vittorio Emanuelle, o marido fez boas compras na H&M e entramos na loja de departamentos La Rinascente. Tudo lindo, mas nada para o nosso bolso…hahahaha. Tentei comprar temperos lindos no andar de alimentos, mas a fila me desanimou. Na volta, encontramos uma pizzaria delícia e comemoramos o primeiro dia de viagem com um vinho.

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Na quarta-feira, acordamos e fomos direto para o Cenacolo Vinciano, onde veríamos a famosa pintura “A última ceia”, de Leonardo da Vinci. Li em alguns sites que a visita era bem concorrida e o mais garantido seria reservar antes. Não quis arriscar e comprei por aqui. Realmente, quando chegamos lá os ingressos já estavam esgotados para o dia. Tinha muita curiosidade em conhecer essa obra, já que ela foi pintada “a seco” em uma parede. Geralmente vemos afrescos nesses lugares. Ela é linda, mas dá pena ver como a obra ficou avariada depois de tantos problemas (ela chegou a ficar a céu aberto quando as paredes do espaço foram derrubadas) :/.

Não pudemos tirar fotos por lá, mas o passeio seguinte rendeu vários registros lindos! 🙂

Beijos

Correria

Essa palavra me dá arrepios. “Estou na correria, uma loucura”. Meu pesadelo é soltar essa frase algum dia. E quando escuto acho muito estranho. Estava com isso na cabeça há uns dias e hoje li um post incrível no Vida Organizada falando sobre a diferença entre estar muito ocupado e ser realmente produtivo. Vejo algumas pessoas assumindo mil compromissos mais para preencher o dia do que para alcançar algum objetivo. Não é legal passar a vida de bobeira em casa, mas também não precisa se atolar em compromissos todo santo dia.

Organizar a vida é o primeiro passo para desafogar a rotina. Quando tudo está no lugar, as contas são pagas a tempo e você abandona a bolsa da Mary Poppins, parece que a vida fica mais fácil. Não perco mais tempo procurando as coisas e nada fica para a última hora. O resultado disso são dias mais tranquilos, sem pressa. Passei a encarar a rotina com mais tranquilidade e quero levar isso pra casa nova.

Foco no amor

Engraçado como o casamento é um assunto que toma conta de boa parte dos seus pensamentos durante o planejamento. É muito gostoso pesquisar ideias e escolher tudo para o nosso dia. Nesse processo, senti que o perigo é perder o foco e se deixar levar pela animação (dos outros, principalmente). No início, eu tinha muita clareza da festa que gostaria de ter. Aí o tempo vai passando, sua mãe tem mil ideias, e você se perde nas infinitas fotos de decoração do Pinterest.

Esses dias eu estava repassando a lista de músicas da festa e resolvi ligar para o Leo. “Quando a gente decidiu fazer tanta coisa antes de abrir a pista de dança?”. “Não decidimos”. Ou seja, a ideia inicial de simplificar ao máximo o protocolo foi atropelada por nomes de músicas que nem gostamos tanto. Acho importante focar naquilo que faz sentido para nós e nossas famílias. Essa visão de facilitar a vida me ajudou muito na fase noiva. Me deu segurança para tomar decisões sem cair em armadilhas do tipo “todo casamento tem isso”, “na festa da minha prima teve aquilo”.

Assim, eu tô aqui falando e o casamento nem aconteceu. Pode ser que em 10 dias eu me arrependa de tudo e recomende um casamento de princesa para todo mundo. Mas por enquanto eu estou firme na ideia de manter o propósito dessa festa.

Estou muito ansiosa para colocar meu vestido, ver o Leo lindão e abraçar as minhas pessoas preferidas no mundo. Mas estou mesmo de olho é no que vem depois :).

Beijos!

Contagem regressiva

Faltam só 10 dias para o nosso casamento e, finalmente, está quase tudo pronto. Parei de me preocupar com cardápio, doces e flores e comecei a pensar mais no depois. Não que eu não pensasse nisso antes, mas agora está tão perto! Eu e o Leo queremos uma vida simples, uma rotina tranquila e uma casa organizada. Acho que essa combinação evita gastos, stress, e o desperdício de tempo com tarefas desnecessárias. Não vamos colocar tudo isso em prática no início por imprevistos da vida: o apartamento não ficou pronto a tempo. A cabeça estava tão cheia que precisava começar a escrever, então não vou esperar a casa ficar pronta para preparar um lar.

Vejo que organizar a festa de casamento é a parte mais fácil da história, apesar das dores de cabeça. O depois é que vai exigir muito mais de nós dois. Quero ter uma casa organizada e prática para reduzir o stress que certamente vai surgir. É chato fazer tarefas domésticas, ninguém sonha em limpar o banheiro no sábado de manhã. Mas acho que não precisa virar um drama entre o casal. Minha ideia é facilitar essas obrigações para que elas não acabem com o dia.

Já planejo as nossas festas no condomínio, os jantares em casa, as idas ao supermercado:). Gastando um tempinho para deixar tudo em ordem, vamos conseguir levar a vida que queremos. A ideia é mostrar um lar possível, sem exageros e ao alcance de todo mundo.

Beijos!