Lua de mel na Itália – Florença e Pisa

Oi, gente!

A parada seguinte da nossa viagem pela Itália foi Florença. Pegamos um trem de Roma e chegamos com um tempinho mais frio e chuvoso. Avisei ao hotel que estávamos em lua de mel e nos colocaram em um quarto lindo, com vista para um parque. O pessoal do Hilton Garden Inn ainda deixou uma carta e um chocolate pra alegrar nossa estadia :). O hotel fica em uma zona residencial, longe do centro histórico. A parada de ônibus fica a cinco minutos caminhando e tem uma linha que te deixa bem no centro (esqueci o número ¬¬). Mesmo assim, recomendo muito a estadia. O hotel é lindo e o café da manhã era imperdível. Ali perto fica um centro comercial bem novo, muitas lojas ainda estavam desocupadas. Fomos lá algumas vezes porque tinha um supermercado ótimo, uma H&M e alguns restaurantes.

Logo na chegada pegamos o ônibus até a catedral. O Duomo é impressionante, principalmente por fora. Ficamos ali imaginando como conseguiram fazer um mosaico de pedras tão detalhado naquela igreja gigantesca. Você pode subir em uma torre lateral para ter uma vista do alto, mas preferimos ficar perto do chão ;p.

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Eu tinha ingressos comprados pela internet para a Galleria dell’Accademia, onde fica a estátua original David, de Michelangelo. Dessa vez, não compensou tanto comprar com antecedência. A fila era bem rápida, não teria feito diferença comprar na hora. A estátua principal é o foco da maioria dos visitantes, mas é interessante ver algumas peças inacabadas expostas lá. Quando você vê o pedaço de mármore fica imaginando como aquilo pode virar uma obra de arte com tantos detalhes. Lado negativo: muitos adolescentes tirando fotos “engraçadinhas” e salas lotadas, mas é a vida.

Nisso, continuava chovendo e parando, chovendo e parando. E nessa época do ano a chuva derruba as temperaturas. Mesmo assim, fomos caminhando em direção à Ponte Vecchio. Ela é linda e cheia de joalherias fofas, mas a chuva gelada falou mais alto e demos só uma volta rápida.

Estava realmente muito frio, então fomos direto procurar um lugar para jantar. Não recomendo entrar em restaurantes perto de pontos turísticos, a chance de comer bem é pequena. Mas não resistimos a um restaurante ali perto e esquecemos dessa regra. Massa sem graça, nem anotei o nome do lugar.

No dia seguinte acordamos sem muita pressa e fomo para a estação de trem rumo à Pisa. A cidade é bem pequena e dá para caminhar facilmente até a famosa torre. É possível subir na torre inclinada e entrar na igreja, mas preferimos ficar caminhando pela praça. Tiramos muitas fotos e não resistimos a um Mc Donald’s que apareceu no nosso caminho bem na hora do almoço. Léo quase morreu quando a atendente cobrou 25 centavos por cada sachê de catchup, hahahah!

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Voltamos caminhando para a estação de trem e chegamos em Florença perto das 16h. Caminhamos em direção à parada do ônibus que nos levaria até a Piazzale Michelangelo. O bendito não chegava nunca e estava bem frio, então desistimos do passeio. Dizem que a vista é linda, ainda quero conhecer. Voltamos para o hotel e descansamos um pouco. A essa altura da viagem, os pés já estavam um caco. Achamos melhor comer ali por perto e encontramos um sushi maaaravilhoso naquele centro comercial perto do hotel. O restaurante funcionava naquele esquema de esteiras: os pratinhos vão circulando e você pega o que quiser. Ainda tinha um buffet com acompanhamentos e frutos do mar. Comemos muito além do necessário e o Léo ainda não pode ouvir a expressão “lagosta grelhada”. O preço? 15,90 euros por pessoa. Sem palavras, é claro que voltamos no dia seguinte. Tomamos muitas decisões erradas em relação a comida nessa viagem :).

Ainda faltam alguns dias de viagem, continue acompanhando :)!

Beijos!

Perdendo o medo do freezer

Oi, gente!

Conheço muitas pessoas que têm certo receio de comida congelada. Não estou falando daquelas lasanhas da Sadia, mas de pratos feitos em casa e congelados. Já li que muitos nutrientes se perdem no processo, mas acho que ainda é melhor do que correr para um fast food. Por mais que você goste de cozinhar (eu adoro!), vira e mexe a preguiça fala mais alto.

Eu costumo trabalhar à noite alguns dias da semana e acabo jantando por lá. Cansei de levar sanduíches, biscoitos e outras besteiras: precisava de “comida de verdade”. As comidas congeladas me salvam nesses dias, e também naqueles em que a geladeira está vazia ou estou sem ideias. Testei congelar várias comidas e hoje tenho uma noção melhor do que funciona. Preparei uma lista do que dá certo aqui em casa:

Arroz
Esse é clássico! Faço uma boa quantidade já pensando em congelar. Há um bom tempo não preparo arroz da maneira convencional, só uso a panela elétrica. Quando o arroz esfria, coloco as porções em saquinhos de plástico. Eles ocupam menos espaço que potes de plástico ou vidro, mas não são uma opção ecologicamente correta. Ainda vou resolver esse detalhe! Para descongelar, é só colocar no microondas.

Pão
Compro muito pão de forma integral no supermercado, mas é muito difícil comer tudo antes de mofar. Então divido as fatias em três partes e coloco cada uma em um saco. Quando acaba um saquinho, tiro um congelado do freezer e pronto. As fatias ficam intactas, ninguém diz que estavam congeladas. Já congelei pão francês, mas a textura muda completamente.

Couve
As verduras perdem a textura quando congeladas. No caso da couve não é um problema, já que costumo usá-la refogada ou em sucos. Limpo as folhas, deixo secar e dobro até caber no saquinho. Para usar no suco, nem precisa descongelar. Para refogar, eu deixo alguns minutos fora do freezer e já corto em tirinhas.

Macarrão
Esse me salva mesmo! Faço o molho e o macarrão normalmente. Misturo e espero esfriar. O ideal é usar potes de vidro porque o molho mancha o plástico. Aí é só congelar e colocar no microondas quando bater a fome. Com molho bolonhesa fica maravilhoso!

Frutas
As frutas também perdem consistência quando congeladas. Acho que só compensa congelar as que serão usadas para sucos, doces e caldas. O morango é um bom exemplo. Eu limpo bem, tiro as folhas e corto em pedaços. Fica incrível para bater com suco de laranja ou fazer uma calda rápida para sorvete. Já testei com maracujá e cereja, funciona bem. Adoro congelar bananas maduras (sem a casca) para bater com chocolate: vira um sorvetinho delícia!

Manteiga ou margarina
É só congelar na própria embalagem, funciona muito bem.

Outras coisas que já congelei e ficaram ótimas: feijão comum, feijão tropeiro, frango desfiado, carne já preparada e assada, sopas e bolos. Nunca arrisquei congelar batata ou pratos com creme de leite, já li que não ficam tão bons. Mas vou continuar meus testes e aumentar essa lista :).

Ah, e evito deixar esses alimentos por muito tempo no freezer porque não sei quanto tempo duram. Tento consumir tudo em 30-40 dias.

Comentem suas dicas de congelamento, vamos facilitar a vida das amigas :)!

Beijos!

Dicas de viagem *Itália*

Oi, gente!

Passamos a nossa lua de mel na Itália em abril deste ano e já relatos sobre boa parte da viagem aqui no blog. Mas estava sentindo falta de dicas gerais sobre escolha de roteiro, transporte entre cidades, hospedagem, etc. Separei algumas dicas que funcionaram para nós e contei tudo em vídeo. Espero que seja útil!

Beijos!

Queijo cottage fácil em casa

Oi, gente!

Uma das minhas comidas preferidas é pão, como quase todos os dias. Sempre comi com requeijão, cream cheese, creme de ricota e variações. Comecei a prestar mais atenção nos rótulos desses produtos e fiquei incomodada. Para piorar, o preço desses produtos está absurdo! Fui atrás de alternativas para comer com o pão de manhã ou no lanche da tarde e a primeira opção testada foi homus, aquela pasta de grão-de-bico.

É uma delícia, mas dá um certo trabalho e o sabor não é tão neutro como o requeijão. Acaba enjoando com o tempo. Deixei o homus para ocasiões especiais e continuei atrás de algo para o dia a dia. Encontrei a solução no Panelaterapia: uma receita fácil de queijo cottage. É tão fácil que não tinha como dar certo, pensei…mas ficou ótimo! Faço pelo menos uma vez por semana e nunca mais paguei R$ 7 em um potinho de cream cheese :). A receita é simples. Coloque um litro de leite para ferver. Até hoje só fiz com leite integral, não sei o resultado com outros tipos. Quando levantar fervura, desligue o fogo e acrescente vinagre branco aos poucos. Coloque uma colher de cada vez e misture. Depois de algumas colheres (pra mim 4 já funcionam, mas alguns tipos de leite precisam de mais), a parte sólida vai se separar do líquido.

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Não pense que estragou, é assim mesmo! Deixe a panela quieta por uns 15 minutos. Depois, pode misturar sal. E aí é só colocar na peneira para tirar a água. Eu gosto de temperar o queijo cottage com orégano e um pouco de azeite. Guardo em um pote com tampa na geladeira. Olha que delícia:

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O queijo cottage caseiro é leve e tem sabor neutro, então você pode temperar com qualquer coisa. E a melhor parte é saber exatamente o que você está comendo, sem ingredientes com nomes complicados :). Ah, fiz com leite de caixa e de saquinho e o resultado foi o mesmo. Na próxima vez vou pesar o queijo cottage pronto para comparar o custo com um pote de requeijão e ver quem ganha.

Aproveitem a dica!

Beijos!

 

Lua de mel na Itália – Vaticano

Oi, gente!

Chegamos a um dos dias mais emocionantes da viagem: a visita ao Vaticano. Conhecendo as filas gigantescas para o museu, comprei nossos ingressos pela internet. Recomendo para todo mundo. A fila desanima só de olhar e você perde um tempo enorme lá. Já a fila de quem compra pelo site é bem rápida. Como o museu é enooorme, não compensa perder tempo do lado de fora. Fomos de metrô e, da estação, é só seguir o fluxo. O ingresso do museu tem hora marcada, então nem passamos pela basílica antes.

Logo depois da entrada você encontra esse pátio maravilhoso.

Dentro do museu, você pode fazer uma visita express e seguir as placas até a Capela Sistina. Nosso tour na basílica era só às 14h30, então caminhamos tranquilos por todas as salas. A quantidade enorme de turistas atrapalha um pouco o passeio, mas é melhor abstrair e continuar caminhando. Essa foi a terceira vez que estive na Capela Sistina e é sempre a mesma cena: dezenas de pessoas espremidas e seguranças mandando você continuar andando. Sem tirar fotos, claro. Ainda assim, é uma experiência incrível. Saindo de lá, caminhamos até a praça da Basílica de São Pedro. Um lugar que sempre me emociona!

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A entrada na basílica é gratuita e a fila consegue ser ainda maior que a do museu. Mas nós tínhamos hora marcada para furar essa fila, então nem ligamos e fomos procurar um lugar para almoçar. Encontramos uma lanchonete/sorveteria legal, mas nada marcante. Os atendentes trabalham dentro do vaticano e não têm a menor paciência com turistas, mas a essa altura já estávamos acostumados :p. Descansamos um pouquinho e ficamos curtindo a praça até a hora do nosso tour. Essa foi a melhor dica de toda a viagem: um tour oferecido pelo próprio Vaticano dentro das escavações da basílica. Você manda um e-mail para o setor (scavi@fsp.va e uff.scavi@fabricsp.va) com as datas da sua viagem e o idioma de preferência. Eles te respondem com um link para o pagamento por cartão de crédito. Mandei uns quatro meses antes e consegui o tour com um padre brasileiro. Com o papel da reserva em mãos, você segue até a entrada de um estacionamento à esquerda da basílica e avisa o guarda que você está agendado. Não tem placa, fila, nada. Aí você entra no Vaticano o_o.

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Gente, fiquei muito animada só de entrar lá. Mal eu sabia o que me esperava no tour! O padre que nos recebeu é do Paraná e está há anos na Itália. Ele sabe tudo de tudo! Sério, o padre passou duas horas falando sem parar e, em nenhum momento, entrou em temas puramente religiosos. Tudo era história, tanto de Roma quanto da Igreja Católica. A história que ele nos contou é a seguinte: o papa Pio XI morreu na década de 30 e foram enterrá-lo na basílica. Quando cavaram, encontraram um pedaço de pedra decorado. O papa seguinte, o Pio XII, autorizou as escavações para descobrir o que havia lá. Resultado: uma necrópole gigantesca que funcionou nos séculos 2, 3 e 4. Tudo preservado e descoberto há (relativamente) poucos anos. Eles não escavaram tudo, mas acreditam que a necrópole comece na basílica e vá até o Castelo Sant’Angelo, na outra ponta do Vaticano.

É proibido tirar fotos, mas acho que não faria diferença. É impossível descrever o que acontece lá embaixo. Primeiro você vê os mausoléus de várias famílias (um deles comportava 250 corpos), as placas descrevendo a pessoa que estava enterrada lá, mosaicos intocados do século 2. No final, tem a parte que emociona até quem não fez nem a primeira comunhão. Quem entra na basílica pode ver uma luzinha que simboliza onde estariam os restos mortais de São Pedro. Quem faz o tour nas escavações vê as caixas dos ossos. O que eu senti naquele lugar não tem explicação. Valeu todas as horas dentro do avião e tudo que deixei de comprar/fazer para economizar antes da viagem. Diante do primeiro papa da história, agradeci pelo nosso casamento e por todos os sonhos realizados.

Na saída, você ainda passa pela capela mais linda que eu já vi. Ela tem o formato de uma cruz ao contrário, simbolizando a crucificação de São Pedro. Depois você passa pelo setor onde estão os corpos dos papas e o padre encerra o tour na lateral da basílica, bem perto da loja de souvenir e da entrada para a escada que leva os turistas ao topo da construção. Já subi e não vi muita graça, então fomos direto para a basílica. A melhor parte é que você já está do lado de dentro e não precisa pegar a fila da segurança!

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A igreja é de outro planeta, como diz meu marido. Uma loucura de linda. Os exageros da Igreja Católica me incomodam um pouco, mas é impossível não admirar aquele lugar. Aqui veio o ponto baixo do passeio: o corredor onde fica a Pietà estava fechado com cortinas altíssimas para o papa passar ¬¬. Adoro o papa Francisco, mas poxa! Não dava pra passar lá quando acabasse o horário de visitas?

Saímos de lá encantados. O sonho do Léo era conhecer o Vaticano e minha alegria é realizar os sonhos dele. Fizemos uma parada em um café e fomos desbravar mais ruas de Roma :).

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A lua de mel continua! É muita história para contar…

Beijos!

TAG Minimalista

Oi, gente!

Sou viciada em YouTube, é praticamente a minha TV aberta. Até o meu amado Netflix perde para o YT de vez em quando. Sigo muitos canais de beleza e lifestyle, mas cansei de vídeos que só te fazem querer comprar algo novo. Ignoro muitos vídeos de “comprinhas” e “beauty haul” porque eles não combinam mais com a vida que eu tento levar. Eles ainda são uma ótima maneira de pegar indicações de produtos novos, mas não entram mais na minha programação diária.

Por sorte, já podemos encontrar vários canais com dicas para uma vida mais simples, sem excessos. Passeando por alguns, vi a tag Minimalista e resolvi responder também :). Aproveito para dar uma dica de canal: LightbyCoco tem vídeos ótimos e a Coco é muito simpática.

Sou totalmente nova em gravar e editar vídeos, ainda estou testando o que funciona melhor. Mas aí vai uma tentativa:

Fiz uma tradução livre das perguntas, então fique à vontade para corrigir erros e alterar palavras:

1. O que levou você ao minimalismo? (What drew you to minimalism?)
2. Como você começou o processo de destralhe? (How did you start the de-cluttering process?)
3. Você já contou todas as suas coisas? Se sim, quantas coisas você possui? (Have you ever counted all your things? If so, how many things do you own?)
4. Quais as suas dicas para lidar com o desejo por mais coisas? (What are your tips for dealing with the desire for more?)
5.  Como você lida com pessoas não minimalistas na sua vida? (How do you deal with non-minimalists in your life?)
6. Você tem algum “pecadinho” em que o minimalismo não se aplica? (Do you have any guilty pleasures where minimalism doesn’t apply?)

Beijos!

Horta em casa

Oi, gente!

Ter uma horta em casa sempre foi um sonho, mas nunca deu muito certo. Como moro em apartamento, a coisa complica. Já tentei manter vivos alguns pés de manjericão e salsinha, mas logo as folhas murchavam. O recente sucesso com as suculentas me animou a tentar outra vez.

Pesquisei sobre hortas de varanda e resolvi arriscar com alguma verdura. Na Leroy Merlin encontrei semente de alface americana e aproveitei para levar uns vasos de plástico baratinhos (R$ 1,50 cada). Pelo que eu li, o ideal é colocar as sementes para germinar em um recipiente pequeno, e só depois colocar no vaso definitivo. Usei uma caixa de ovos como “sementeira”.

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Fiz como mandam as instruções do pacote: coloquei cada semente a 1 cm de profundidade. Nunca tinha visto semente de alface (criada em apartamento…heheheh)! É micro, difícil até de manusear. A internet dizia para colocar só uma semente em casa buraco. Parece que se duas germinarem juntas, não terão espaço para crescer. Na dúvida, fiz isso. Molhei um pouquinho só para não alagar as coitadas.

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Na teoria, daqui a uns 10 dias elas estarão prontas para a mudança. E em 90 dias eu terei alguns pés de alface americana :). Parece muito trabalho para uma coisa simples, mas acho que compensa. Eu já fico mega satisfeita com as compras da feira de orgânicos, imagina com a minha própria horta! Fico pensando na alegria que deve ser cultivar coisas com crianças em casa. É uma atividade simples e barata que pode ensinar muito para os pequenos. Já estou treinando para quando tiver meu mini jardineiro :p.

Vamos ver no que vai dar.

Beijos!

Resenha – Vida Organizada

Oi, gente!

O livro Vida Organizada, da Thais Godinho, estava na minha lista há tempos. Leio o blog dela há anos e lá encontrei inspiração para destralhar e organizar boa parte da minha vida. O legal do blog da Thais é que não são apenas dicas para a casa ou o trabalho: ela fala de relacionamentos, filhos, cuidados pessoais, alimentação e outros setores que também precisam de atenção. Comprei a versão digital pela Amazon, mas pelo que pesquisei dá para encontrar o livro físico nas principais livrarias.

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O foco da autora é: todo mundo tem as mesmas 24 horas por dia, o que falta é dar prioridade ao que realmente importa para você. Isso só é possível com objetivos claros, o que, para mim, é a parte mais difícil. Eu tenho objetivos bem definidos a curto e médio prazo, mas pensar no futuro ainda me assusta. Só que não adianta fugir disso :). Como diz aquela famosa frase de Facebook, “se estiver com medo, vai com medo mesmo”.

Organizar a vida dá trabalho. Mas quando os objetos estão sob controle, os pensamentos se organizam e é muito mais fácil se planejar. O objetivo de tudo isso é não chegar ao fim da vida e se dar conta de que não fez o que queria. Acho que essa é uma das maiores frustrações que a pessoa pode ter. Mas se a rotina comanda sua vida e não sobra tempo para mais nada, dificilmente você vai completar as atividades que te levariam ao objetivo final. Um exemplo? Um dos meus sonhos é trabalhar em casa para ficar perto dos meus futuros filhos. Isso não vai acontecer se, hoje, eu não fizer algo fora da minha rotina que me coloque um passo mais perto desse objetivo.

Essa lógica vale para tudo. Deseja a casa própria? Leve o almoço de casa em vez de comer fora e veja quanto você economizou em uma semana. É pouco, mas é o primeiro passo. Quando o dinheiro começar a render, você terá motivação para continuar. E, quem sabe, vai descobrir que a comida de casa te faz bem e é muito melhor que a do self service da esquina. Como diz a autora do livro: não encare essa mudança de hábitos como um trabalho, mas como uma decisão pessoal para melhorar a sua vida.

Quanto à organização da casa, o livro tem uma proposta um pouco diferente da Marie Kondo. A Thais sugere que você faça o destralhe aos poucos, nem que seja durante 15 minutos por dia. O método konmari propõe uma mudança radical, tirando todo o excesso de uma só vez. Acho que as duas táticas funcionam, basta escolher a melhor para o seu perfil.

Com cada coisa em seu lugar, é muito mais fácil decidir o que comprar na próxima ida ao shopping. Não tenho mais espaço para sapatos, então nem passo perto das vitrines. Ontem, vi que minha jaqueta de inverno preferida está destruída, não tem nem como mandar arrumar ou doar. Já sei que perto do próximo inverno (ou viagem para o frio) tenho que ficar de olho em uma nova.

Outra dica da Thais que aplico na minha vida e funciona muito bem é: não preencha seus dias com atividades sem futuro. Você não é obrigado a almoçar com o pessoal do trabalho todos os dias nem ir ao aniversário daquele amigo com quem você mal conversa hoje em dia. Pode parecer uma mega falta de educação, mas acredite: se você não faz questão de ir a um lugar, sua ausência não será um grande problema. Tenho pavor de ouvir: “tive tantos eventos no fim de semana, não fiz nada do que eu queria”. Você não tem compromissos sociais, você escolhe comparecer. Claro que há exceções, como aniversário da mãe, irmã ou sogra, mas esses são momentos felizes que não drenam sua energia. Já o barzinho com aquele colega mala…

O livro Vida Organizada tem mais um monte de dicas e reflexões ótimas! Compre a versão digital aqui e comece já a ler o seu.

Beijos!

Rota da Feira – 112 Sul

Oi, gente!

Sábado foi dia de conhecer a segunda parada da Rota da Feira. Levantei um pouco mais cedo dessa vez e consegui produtos ótimos! Fui na banca de orgânicos da 112 Sul, que funciona todo sábado no estacionamento da escolinha (bem perto da comercial 312/313 Sul). Assim como na feira do Templo Budista, essa tem apenas uma banca com todo tipo de produto.

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Levei uma caixa de tomate cereja, rabanetes, rúcula e brócolis. Tudo deu R$ 19,50. Só perguntei o preço do tomate, vou ficar devendo o resto :/. A caixa foi R$ 6, um preço que considero bom em relação aos mercados que frequento na minha cidade. Sem contar que é tudo orgânico, isso faz diferença para mim. Olha que compra linda:

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Minha irmã me perguntou como ter certeza de que os produtos dessas feiras são livres de químicos. Dá para perceber que os legumes costumam ser menores que os do mercado, mas para mim essa é a única diferença visível. Quero pesquisar sobre o assunto para não comprar gato por lebre. Será que existe uma “garantia” para o orgânico? E há alguma tolerância para uso de químicos nesses alimentos? Tenho que aprender mais!

Sei que essa compra me rendeu uma salada maravilhosa e um dos meus acompanhamentos preferidos no almoço de segunda: brócolis no vapor com alho frito! O alho foi comprado pronto, mas vamos aos poucos, certo?

Rota da Feira – Templo Budista

Sábado tem mais!

Beijos!