Agosto está chegando!

Oi, gente!

Está chegando o mês de agosto e, com ele, meu aniversário 🙂 !! Adoro fazer aniversário, e esse é ainda mais especial: faço 30 anos! Comecei a pensar em como comemorar, se compensa fazer uma festa diferente ou só uma reunião em algum restaurante. O aniversário cai na quarta-feira, o que não é um dia muito bom para festas. Melhor fazer sábado ou domingo! Mas aí vem a dúvida: almoço, lanche ou festão? Já vou descartar a ideia da festa à noite porque vários amigos têm filhos pequenos e eles não aproveitam tanto. Fui atrás de inspirações no Pinterest e encontrei ideias ótimas!

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Mesa de doces puxando para o vintage e cores claras. Achei fofo e dá para misturar com outra proposta que encontrei, a de festa pin-up.

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Como não é uma festa só para mulheres, dá para pegar leve no tema e usar referências fofas como a estampa de bolinha e o vermelho com preto.

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Outra decoração colorida e barata! Essas flores de papel dão num efeito lindo e o custo é mínimo! Na mesa, só bolo e doces. Esse ano eu casei e estourei minha cota de ‘frufrus’ na decoração, quero uma festa beeem simples e informal.

Depois dessas fotos, estou tentada a desistir do almoço e ficar com um lanche da tarde! O que fica melhor? Estou perdida!!

Beijos!

Por que troquei os livros físicos pelos digitais

Oi, gente!

Gravei um vídeo contando um pouco sobre a minha história com os livros. Sempre fui muito apegada, desde criança guardava os livros com o maior carinho. Mas depois percebi que eles seriam mais úteis na casa de outras pessoas, e não parados no meu armário. Quer saber mais sobre essa mudança? Assista e visite o canal!

Beijos!

Resenha: O Estilo de Vida Minimalista

Oi, gente!

Encontrei mais um ótimo livro para quem está na fase de simplificar a vida e destralhar a casa. O livro “O Estilo de Vida Minimalista”, de Joshua Michaels, é objetivo e fácil de ler. Conhecer melhor o minimalismo não quer dizer que você precisa aderir 100% a esse estilo de vida e jogar todas as suas coisas fora. É mais uma referência, um apoio para quem busca reduzir seus pertences. O limite vai depender de cada um. Eu vivo muito bem com poucos sapatos, mas pode ser que você se sinta confortável com mais pares. Por outro lado, você pode achar um exagero ter tantos pijamas quanto eu. Acredito que o importante não é chegar a um número X de peças de roupa ou produtos para o cabelo, mas sim encontrar o seu ponto de equilíbrio.

O livro começa com uma mensagem importante que resume todo o objetivo desse processo de limpar a casa: “a felicidade não está nas coisas”. Aquele vestido novo vai provocar euforia no primeiro momento, mas logo depois passa. Todas nós já passamos por isso! “A verdadeira felicidade duradoura bem de dentro e não de algo externo”, diz o autor. Partindo dessa ideia, fica muito mais fácil abrir mão daqueles objetos que dão mais trabalho que prazer.

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Comprei o ebook na Amazon por R$ 7,46. Gostei muito das dicas bem diretas, em tópicos. Assim, você pode destacar os itens que fazem mais sentido parava a sua vida e aproveitar melhor as dicas. Ele faz uma lista de benefícios do minimalismo e os meus preferidos são: diminuir o stress, ter uma casa mais fácil de limpar e cuidar, e deixar de se comparar aos outros. Sempre sofri com aqueles pensamentos do tipo “a grama do vizinho é mais verde” e até hoje tenho o péssimo hábito de fazer comparações. Tento trabalhar essa questão na minha cabeça e me convencer de que só eu preciso estar satisfeita com a minha vida, não importa a opinião dos outros. Somos tão acostumados a querer o que os outros têm que fica difícil mudar.

Outros benefícios práticos são: encontrar suas coisas quando você precisar e viver bem em uma casa menor. Em alguns meses vou passar pelo desafio de morar em um lugar bem menor, coisa de um terço de onde eu sempre vivi. As pessoas se assustam, mas eu só consigo ver o lado bom! Menos coisas para arrumar, menos chão para limpar e menos armários para acumular coisas inúteis. Na minha cabeça, não poderia ser melhor :). Saber onde as coisas estão é outro adianto na vida. Cansei de perder tempo procurando documento, garantia de eletrodomésticos e aqueles dólares que sobraram da última viagem. Hoje cada coisa tem seu lugar.

O autor não fala só de objetos. Ele sugere que você simplifique a sua rotina e fuja daquela palavrinha que eu tenho pavor: correria. Desacelere, aproveite os momentos do seu dia e corra de compromissos desnecessários. Pode ser difícil sair do automático e começar a recusar convites, mas vale um teste!

Reserve um tempo para arrumar a sua bagunça. O autor fala em cinco minutos por dia, mas é claro que isso depende de cada um. Ele indica destralhar uma área por vez até que tudo esteja sob controle. Diferente do método da Marie Kondo, que sugere uma mudança radical. Escolha o que funciona melhor para você e sua família!

Uma dica infalível é a da “lista de 30 dias”. Quando bater a vontade de comprar algo, coloque na lista e anote a data. Daqui a 30 dias, veja se você ainda quer o produto. Pode acreditar que a maioria dos nossos desejos some antes disso. Como diz meu pai desde sempre: vontade é uma coisa que dá e passa. Morria de raiva ao ouvir isso na infância, mas hoje entendo que é um ótimo conselho :).

O livro tem muitas dicas de finanças e ideias práticas de organização. Tipo usar sacos a vácuo, sapateiras de portas, separar roupas por estações, entre outros. Essas são mais específicas e nem todas funcionam para mim, mas podem ser úteis para você. É uma leitura rápida e ótima para quem está tentando se organizar. Recomendo muito.

Beijos!

Transformação na gaveta

Oi, gente!

Quando li o livro da Marie Kondo, fiquei indecisa sobre a forma recomendada por ela para guardar roupas em gavetas. Ela acredita que a melhor maneira de arrumar as roupas é na vertical, uma ao lado da outra. Sempre empilhei as camisetas, mas esse método tem uma falha difícil de contornar: as roupas da base da pilha ficam esquecidas. Com essa dúvida me perseguindo, fui checar a situação da minha primeira gaveta.

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Uma bagunça, mesmo com a quantidade limitada de roupas. Nessa gaveta eu guardo camisetas, roupas de academia e blusas de linha ou suéteres que deformam no cabide. No total, tenho cinco gavetas distribuídas assim: 1. pijamas e sutiãs, 2. essa da foto, 3. shorts e saias, 4. sapatos mais usados, 5. sapatos pouco usados, mas importantes (tênis, bota, havaianas).

A técnica da Marie de tirar todas as roupas e destralhar de uma só vez ainda não me convenceu, prefiro fazer por partes. Aproveitei para fazer a limpa nessa gaveta e conseguir eliminar quatro peças. Essas vão ganhar casa nova:

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Minha grande dúvida é o que fazer com as peças de frio. Aqui em Brasília só faz frio em maio/junho/julho, então as peças mais pesadas ficam paradas a maior parte do ano. A vontade é me livrar de tudo, mas elas ainda são essenciais no inverno ou em viagens. Enquanto não descubro uma solução, elas ocupam um belo espaço da gaveta. É o mesmo drama com as roupas de academia. Não são muito usadas, mas fazem falta quando a gente precisa.

Mas vamos ao trabalho! Dobrei as peças de acordo com as instruções da Marie tiradas desse vídeo aqui. Achei que teria dificuldade com as blusas de tecidos moles, mas deu certo! Até regatas e blusas de alça fina eu consegui dobrar usando a técnica. O resultado foi muito melhor do que eu esperava:

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Acrescentei cinco blusas que estavam penduradas no cabide e ainda assim sobrou espaço! Fica bem mais fácil de visualizar as opções. Resta saber se essa dobradura não vai deixar as roupas amassadas, mas acho que não tem como ficar pior do que antes ;p. Se quiser conhecer melhor o método konmari, dê uma olhada na resenha que fiz sobre o livro.

Beijos!

Lua de mel na Itália – Florença e Pisa

Oi, gente!

A parada seguinte da nossa viagem pela Itália foi Florença. Pegamos um trem de Roma e chegamos com um tempinho mais frio e chuvoso. Avisei ao hotel que estávamos em lua de mel e nos colocaram em um quarto lindo, com vista para um parque. O pessoal do Hilton Garden Inn ainda deixou uma carta e um chocolate pra alegrar nossa estadia :). O hotel fica em uma zona residencial, longe do centro histórico. A parada de ônibus fica a cinco minutos caminhando e tem uma linha que te deixa bem no centro (esqueci o número ¬¬). Mesmo assim, recomendo muito a estadia. O hotel é lindo e o café da manhã era imperdível. Ali perto fica um centro comercial bem novo, muitas lojas ainda estavam desocupadas. Fomos lá algumas vezes porque tinha um supermercado ótimo, uma H&M e alguns restaurantes.

Logo na chegada pegamos o ônibus até a catedral. O Duomo é impressionante, principalmente por fora. Ficamos ali imaginando como conseguiram fazer um mosaico de pedras tão detalhado naquela igreja gigantesca. Você pode subir em uma torre lateral para ter uma vista do alto, mas preferimos ficar perto do chão ;p.

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Eu tinha ingressos comprados pela internet para a Galleria dell’Accademia, onde fica a estátua original David, de Michelangelo. Dessa vez, não compensou tanto comprar com antecedência. A fila era bem rápida, não teria feito diferença comprar na hora. A estátua principal é o foco da maioria dos visitantes, mas é interessante ver algumas peças inacabadas expostas lá. Quando você vê o pedaço de mármore fica imaginando como aquilo pode virar uma obra de arte com tantos detalhes. Lado negativo: muitos adolescentes tirando fotos “engraçadinhas” e salas lotadas, mas é a vida.

Nisso, continuava chovendo e parando, chovendo e parando. E nessa época do ano a chuva derruba as temperaturas. Mesmo assim, fomos caminhando em direção à Ponte Vecchio. Ela é linda e cheia de joalherias fofas, mas a chuva gelada falou mais alto e demos só uma volta rápida.

Estava realmente muito frio, então fomos direto procurar um lugar para jantar. Não recomendo entrar em restaurantes perto de pontos turísticos, a chance de comer bem é pequena. Mas não resistimos a um restaurante ali perto e esquecemos dessa regra. Massa sem graça, nem anotei o nome do lugar.

No dia seguinte acordamos sem muita pressa e fomo para a estação de trem rumo à Pisa. A cidade é bem pequena e dá para caminhar facilmente até a famosa torre. É possível subir na torre inclinada e entrar na igreja, mas preferimos ficar caminhando pela praça. Tiramos muitas fotos e não resistimos a um Mc Donald’s que apareceu no nosso caminho bem na hora do almoço. Léo quase morreu quando a atendente cobrou 25 centavos por cada sachê de catchup, hahahah!

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Voltamos caminhando para a estação de trem e chegamos em Florença perto das 16h. Caminhamos em direção à parada do ônibus que nos levaria até a Piazzale Michelangelo. O bendito não chegava nunca e estava bem frio, então desistimos do passeio. Dizem que a vista é linda, ainda quero conhecer. Voltamos para o hotel e descansamos um pouco. A essa altura da viagem, os pés já estavam um caco. Achamos melhor comer ali por perto e encontramos um sushi maaaravilhoso naquele centro comercial perto do hotel. O restaurante funcionava naquele esquema de esteiras: os pratinhos vão circulando e você pega o que quiser. Ainda tinha um buffet com acompanhamentos e frutos do mar. Comemos muito além do necessário e o Léo ainda não pode ouvir a expressão “lagosta grelhada”. O preço? 15,90 euros por pessoa. Sem palavras, é claro que voltamos no dia seguinte. Tomamos muitas decisões erradas em relação a comida nessa viagem :).

Ainda faltam alguns dias de viagem, continue acompanhando :)!

Beijos!

Perdendo o medo do freezer

Oi, gente!

Conheço muitas pessoas que têm certo receio de comida congelada. Não estou falando daquelas lasanhas da Sadia, mas de pratos feitos em casa e congelados. Já li que muitos nutrientes se perdem no processo, mas acho que ainda é melhor do que correr para um fast food. Por mais que você goste de cozinhar (eu adoro!), vira e mexe a preguiça fala mais alto.

Eu costumo trabalhar à noite alguns dias da semana e acabo jantando por lá. Cansei de levar sanduíches, biscoitos e outras besteiras: precisava de “comida de verdade”. As comidas congeladas me salvam nesses dias, e também naqueles em que a geladeira está vazia ou estou sem ideias. Testei congelar várias comidas e hoje tenho uma noção melhor do que funciona. Preparei uma lista do que dá certo aqui em casa:

Arroz
Esse é clássico! Faço uma boa quantidade já pensando em congelar. Há um bom tempo não preparo arroz da maneira convencional, só uso a panela elétrica. Quando o arroz esfria, coloco as porções em saquinhos de plástico. Eles ocupam menos espaço que potes de plástico ou vidro, mas não são uma opção ecologicamente correta. Ainda vou resolver esse detalhe! Para descongelar, é só colocar no microondas.

Pão
Compro muito pão de forma integral no supermercado, mas é muito difícil comer tudo antes de mofar. Então divido as fatias em três partes e coloco cada uma em um saco. Quando acaba um saquinho, tiro um congelado do freezer e pronto. As fatias ficam intactas, ninguém diz que estavam congeladas. Já congelei pão francês, mas a textura muda completamente.

Couve
As verduras perdem a textura quando congeladas. No caso da couve não é um problema, já que costumo usá-la refogada ou em sucos. Limpo as folhas, deixo secar e dobro até caber no saquinho. Para usar no suco, nem precisa descongelar. Para refogar, eu deixo alguns minutos fora do freezer e já corto em tirinhas.

Macarrão
Esse me salva mesmo! Faço o molho e o macarrão normalmente. Misturo e espero esfriar. O ideal é usar potes de vidro porque o molho mancha o plástico. Aí é só congelar e colocar no microondas quando bater a fome. Com molho bolonhesa fica maravilhoso!

Frutas
As frutas também perdem consistência quando congeladas. Acho que só compensa congelar as que serão usadas para sucos, doces e caldas. O morango é um bom exemplo. Eu limpo bem, tiro as folhas e corto em pedaços. Fica incrível para bater com suco de laranja ou fazer uma calda rápida para sorvete. Já testei com maracujá e cereja, funciona bem. Adoro congelar bananas maduras (sem a casca) para bater com chocolate: vira um sorvetinho delícia!

Manteiga ou margarina
É só congelar na própria embalagem, funciona muito bem.

Outras coisas que já congelei e ficaram ótimas: feijão comum, feijão tropeiro, frango desfiado, carne já preparada e assada, sopas e bolos. Nunca arrisquei congelar batata ou pratos com creme de leite, já li que não ficam tão bons. Mas vou continuar meus testes e aumentar essa lista :).

Ah, e evito deixar esses alimentos por muito tempo no freezer porque não sei quanto tempo duram. Tento consumir tudo em 30-40 dias.

Comentem suas dicas de congelamento, vamos facilitar a vida das amigas :)!

Beijos!

Dicas de viagem *Itália*

Oi, gente!

Passamos a nossa lua de mel na Itália em abril deste ano e já relatos sobre boa parte da viagem aqui no blog. Mas estava sentindo falta de dicas gerais sobre escolha de roteiro, transporte entre cidades, hospedagem, etc. Separei algumas dicas que funcionaram para nós e contei tudo em vídeo. Espero que seja útil!

Beijos!

Queijo cottage fácil em casa

Oi, gente!

Uma das minhas comidas preferidas é pão, como quase todos os dias. Sempre comi com requeijão, cream cheese, creme de ricota e variações. Comecei a prestar mais atenção nos rótulos desses produtos e fiquei incomodada. Para piorar, o preço desses produtos está absurdo! Fui atrás de alternativas para comer com o pão de manhã ou no lanche da tarde e a primeira opção testada foi homus, aquela pasta de grão-de-bico.

É uma delícia, mas dá um certo trabalho e o sabor não é tão neutro como o requeijão. Acaba enjoando com o tempo. Deixei o homus para ocasiões especiais e continuei atrás de algo para o dia a dia. Encontrei a solução no Panelaterapia: uma receita fácil de queijo cottage. É tão fácil que não tinha como dar certo, pensei…mas ficou ótimo! Faço pelo menos uma vez por semana e nunca mais paguei R$ 7 em um potinho de cream cheese :). A receita é simples. Coloque um litro de leite para ferver. Até hoje só fiz com leite integral, não sei o resultado com outros tipos. Quando levantar fervura, desligue o fogo e acrescente vinagre branco aos poucos. Coloque uma colher de cada vez e misture. Depois de algumas colheres (pra mim 4 já funcionam, mas alguns tipos de leite precisam de mais), a parte sólida vai se separar do líquido.

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Não pense que estragou, é assim mesmo! Deixe a panela quieta por uns 15 minutos. Depois, pode misturar sal. E aí é só colocar na peneira para tirar a água. Eu gosto de temperar o queijo cottage com orégano e um pouco de azeite. Guardo em um pote com tampa na geladeira. Olha que delícia:

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O queijo cottage caseiro é leve e tem sabor neutro, então você pode temperar com qualquer coisa. E a melhor parte é saber exatamente o que você está comendo, sem ingredientes com nomes complicados :). Ah, fiz com leite de caixa e de saquinho e o resultado foi o mesmo. Na próxima vez vou pesar o queijo cottage pronto para comparar o custo com um pote de requeijão e ver quem ganha.

Aproveitem a dica!

Beijos!

 

Lua de mel na Itália – Vaticano

Oi, gente!

Chegamos a um dos dias mais emocionantes da viagem: a visita ao Vaticano. Conhecendo as filas gigantescas para o museu, comprei nossos ingressos pela internet. Recomendo para todo mundo. A fila desanima só de olhar e você perde um tempo enorme lá. Já a fila de quem compra pelo site é bem rápida. Como o museu é enooorme, não compensa perder tempo do lado de fora. Fomos de metrô e, da estação, é só seguir o fluxo. O ingresso do museu tem hora marcada, então nem passamos pela basílica antes.

Logo depois da entrada você encontra esse pátio maravilhoso.

Dentro do museu, você pode fazer uma visita express e seguir as placas até a Capela Sistina. Nosso tour na basílica era só às 14h30, então caminhamos tranquilos por todas as salas. A quantidade enorme de turistas atrapalha um pouco o passeio, mas é melhor abstrair e continuar caminhando. Essa foi a terceira vez que estive na Capela Sistina e é sempre a mesma cena: dezenas de pessoas espremidas e seguranças mandando você continuar andando. Sem tirar fotos, claro. Ainda assim, é uma experiência incrível. Saindo de lá, caminhamos até a praça da Basílica de São Pedro. Um lugar que sempre me emociona!

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A entrada na basílica é gratuita e a fila consegue ser ainda maior que a do museu. Mas nós tínhamos hora marcada para furar essa fila, então nem ligamos e fomos procurar um lugar para almoçar. Encontramos uma lanchonete/sorveteria legal, mas nada marcante. Os atendentes trabalham dentro do vaticano e não têm a menor paciência com turistas, mas a essa altura já estávamos acostumados :p. Descansamos um pouquinho e ficamos curtindo a praça até a hora do nosso tour. Essa foi a melhor dica de toda a viagem: um tour oferecido pelo próprio Vaticano dentro das escavações da basílica. Você manda um e-mail para o setor (scavi@fsp.va e uff.scavi@fabricsp.va) com as datas da sua viagem e o idioma de preferência. Eles te respondem com um link para o pagamento por cartão de crédito. Mandei uns quatro meses antes e consegui o tour com um padre brasileiro. Com o papel da reserva em mãos, você segue até a entrada de um estacionamento à esquerda da basílica e avisa o guarda que você está agendado. Não tem placa, fila, nada. Aí você entra no Vaticano o_o.

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Gente, fiquei muito animada só de entrar lá. Mal eu sabia o que me esperava no tour! O padre que nos recebeu é do Paraná e está há anos na Itália. Ele sabe tudo de tudo! Sério, o padre passou duas horas falando sem parar e, em nenhum momento, entrou em temas puramente religiosos. Tudo era história, tanto de Roma quanto da Igreja Católica. A história que ele nos contou é a seguinte: o papa Pio XI morreu na década de 30 e foram enterrá-lo na basílica. Quando cavaram, encontraram um pedaço de pedra decorado. O papa seguinte, o Pio XII, autorizou as escavações para descobrir o que havia lá. Resultado: uma necrópole gigantesca que funcionou nos séculos 2, 3 e 4. Tudo preservado e descoberto há (relativamente) poucos anos. Eles não escavaram tudo, mas acreditam que a necrópole comece na basílica e vá até o Castelo Sant’Angelo, na outra ponta do Vaticano.

É proibido tirar fotos, mas acho que não faria diferença. É impossível descrever o que acontece lá embaixo. Primeiro você vê os mausoléus de várias famílias (um deles comportava 250 corpos), as placas descrevendo a pessoa que estava enterrada lá, mosaicos intocados do século 2. No final, tem a parte que emociona até quem não fez nem a primeira comunhão. Quem entra na basílica pode ver uma luzinha que simboliza onde estariam os restos mortais de São Pedro. Quem faz o tour nas escavações vê as caixas dos ossos. O que eu senti naquele lugar não tem explicação. Valeu todas as horas dentro do avião e tudo que deixei de comprar/fazer para economizar antes da viagem. Diante do primeiro papa da história, agradeci pelo nosso casamento e por todos os sonhos realizados.

Na saída, você ainda passa pela capela mais linda que eu já vi. Ela tem o formato de uma cruz ao contrário, simbolizando a crucificação de São Pedro. Depois você passa pelo setor onde estão os corpos dos papas e o padre encerra o tour na lateral da basílica, bem perto da loja de souvenir e da entrada para a escada que leva os turistas ao topo da construção. Já subi e não vi muita graça, então fomos direto para a basílica. A melhor parte é que você já está do lado de dentro e não precisa pegar a fila da segurança!

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A igreja é de outro planeta, como diz meu marido. Uma loucura de linda. Os exageros da Igreja Católica me incomodam um pouco, mas é impossível não admirar aquele lugar. Aqui veio o ponto baixo do passeio: o corredor onde fica a Pietà estava fechado com cortinas altíssimas para o papa passar ¬¬. Adoro o papa Francisco, mas poxa! Não dava pra passar lá quando acabasse o horário de visitas?

Saímos de lá encantados. O sonho do Léo era conhecer o Vaticano e minha alegria é realizar os sonhos dele. Fizemos uma parada em um café e fomos desbravar mais ruas de Roma :).

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A lua de mel continua! É muita história para contar…

Beijos!

TAG Minimalista

Oi, gente!

Sou viciada em YouTube, é praticamente a minha TV aberta. Até o meu amado Netflix perde para o YT de vez em quando. Sigo muitos canais de beleza e lifestyle, mas cansei de vídeos que só te fazem querer comprar algo novo. Ignoro muitos vídeos de “comprinhas” e “beauty haul” porque eles não combinam mais com a vida que eu tento levar. Eles ainda são uma ótima maneira de pegar indicações de produtos novos, mas não entram mais na minha programação diária.

Por sorte, já podemos encontrar vários canais com dicas para uma vida mais simples, sem excessos. Passeando por alguns, vi a tag Minimalista e resolvi responder também :). Aproveito para dar uma dica de canal: LightbyCoco tem vídeos ótimos e a Coco é muito simpática.

Sou totalmente nova em gravar e editar vídeos, ainda estou testando o que funciona melhor. Mas aí vai uma tentativa:

Fiz uma tradução livre das perguntas, então fique à vontade para corrigir erros e alterar palavras:

1. O que levou você ao minimalismo? (What drew you to minimalism?)
2. Como você começou o processo de destralhe? (How did you start the de-cluttering process?)
3. Você já contou todas as suas coisas? Se sim, quantas coisas você possui? (Have you ever counted all your things? If so, how many things do you own?)
4. Quais as suas dicas para lidar com o desejo por mais coisas? (What are your tips for dealing with the desire for more?)
5.  Como você lida com pessoas não minimalistas na sua vida? (How do you deal with non-minimalists in your life?)
6. Você tem algum “pecadinho” em que o minimalismo não se aplica? (Do you have any guilty pleasures where minimalism doesn’t apply?)

Beijos!