Categoria: Vida

Destralhe de hábitos

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Li um post do Meu Diário Minimalista sobre um exercício rápido para clarear nossos pensamentos e colocar no papel aquilo que está em excesso ou em falta na nossa vida. A ideia veio do Be More With Less e consiste em fazer três listas (já ganhou a atenção da virginiana aqui).: less (menos), more (mais) e none (nada).

Colocando nossos desejos e hábitos no papel, fica mais fácil enxergar o que queremos continuar fazendo e o que devemos reduzir ou eliminar da nossa rotina. Quando comecei a escrever, reparei que as minhas prioridades são basicamente as mesmas do fim de 2015, quando bolei minhas metas para 2016. Parece bobo, mas esse já é um grande avanço para quem muda de ideia com facilidade, como eu. Só de saber que estou caminhando na mesma direção há alguns meses, fico satisfeita. A vida inteira eu mudei de rumo várias vezes e abandonei projetos pela metade. Agora vejo que as coisas estão mais definidas 🙂

Less (menos)

Redes sociais tenho o hábito de deixar o Facebook e o Whatsapp web abertos no computador, então acabo vendo muito mais do que deveria. Quero limitar um período do dia para consultar Facebook, Instagram e Snapchat. Ainda uso muito Whatsapp e e-mail para o trabalho, então esses ficam de fora.

Açúcar a vida inteira fui aquela pessoa que comia à vontade sem se preocupar com o peso. Comia todo tipo de doce sem critério, mas hoje sei que não é só o peso que importa. Aos 31 anos, preciso me preocupar mais com a minha alimentação e o açúcar é um grande vilão. Entra na lista de less porque não quero cortar para sempre.

Gastos – por mais que eu tente cortar gastos de todos os lados, sempre acho que dá para melhorar. Esse ano eu gastei MUITO com a casa e comecei a pagar várias contas novas (luz, condomínio, internet, etc). Fiquei um pouco perdida no início, mas já me adaptei à nova realidade e agora quero focar em cortar!

Exageros na alimentação segue a mesma ideia que falei acima sobre o açúcar. Preciso aprender a comer só um pouco e não encher o prato. Dia desses fui no buffet do meu trabalho e servi 4 tipos de doces. Oi? É esse tipo de exagero que quero cortar.

Ansiedade  tenho o péssimo hábito de me preocupar muito com o futuro e tomar decisões “prevendo” o que pode me acontecer no futuro. E hoje vejo que essas são as piores decisões que eu faço. Preciso começar a confiar que tudo vai se resolver na hora certa.

More (mais)

Exercícios – entrei no pilates e estou adorando! Quero criar esse hábito na minha vida, coisa que nunca consegui. Agora moro pertinho de um parque e tenho feito algumas caminhadas, o que tem me animado bastante.

Foco – quero fazer tudo ao mesmo tempo e acabo não fazendo nada, sabe como é? Perco tempo e energia com coisas que não me acrescentam em nada, e acabo deixando de lado aquelas que são realmente importantes.

Leituras específicas – sempre gostei de ler, mas nunca fui muito criteriosa. Ia na mesa de ‘mais vendidos’ da livraria e escolhia títulos de todo tipo. De uns meses para cá, passei a definir melhor os assuntos sobre os quais quero ler. Isso não será para sempre, mas no momento tem me feito bem e quero continuar.

Meditação – preciso! Fiz dois cursos de meditação para conhecer melhor a prática e estou tendo muita dificuldade em criar o hábito diário. Sei que vai ser a resposta para muitas questões minhas, então quero insistir na meditação até conseguir.

None (nenhum)

Remoer pensamentos – a ansiedade me leva a remoer eternamente os problemas (do presente, passado e futuro). Isso não me faz bem e eu quero cortar completamente da minha vida. A meditação ensina a afastar pensamentos sem se deixar afetar por eles durante a prática. Só deixar ir, sem se preocupar. É o que estou tentando fazer o dia a dia sempre que algo vem à tona. Uma técnica é começar a pensar em algo positivo ou agradecer pelas coisas boas do dia. Claro que nem sempre funciona, especialmente naqueles dias de desânimo extremo.

Sugiro que você faça esse exercício para entender melhor o que pode estar em excesso na sua vida. O destralhe não ajuda só a organizar a nossa casa, é bom para a mente também 🙂

Beijos!

Planejando dias de folga <3

Depois de muita espera, finalmente chegou a minha folga! Na próxima semana terei todo o tempo do mundo para fazer o que der na telha. Quero passar um bom tempo de bobeira, assistindo séries e dormindo, mas também quero aproveitar para produzir. E sei que só vou conseguir isso com um pouco de organização e planejamento.

Mas planejamento nas férias? Jura? Eu encaro a organização como algo super positivo e que só vai me trazer benefícios. Não vejo como um trabalho chato, sabe? Gosto de me planejar inclusive nos dias de folga para conseguir fazer o que tiver vontade.

Sou o tipo de pessoa capaz de ficar o dia inteiro no sofá. Aí a noite chega e eu fico super arrependida de não ter feito as coisas que gostaria. Para evitar isso, gosto de pensar nas atividades que quero ou preciso fazer. Como estou tratando de férias, vou deixar os horários bem livres 🙂

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Meus objetivos para a semana são:

Fazer exercícios
Vou me arriscar nas aulas de kangoo, aquela bota com uma “mola” para dançar pulando. Nunca fiz, estou bem curiosa!

Gravar vídeos
No fim do mês vou participar de um desafio muito legal com outros canais do Youtube e quero deixar os vídeos prontos. Fora isso, vou produzir vídeos para abastecer o canal em agosto.

Aprender edição de imagens
Me aventurar no Photoshop é uma das metas para o ano e está parada por falta de coragem. Quero pelo menos me familiarizar com o básico do editor.

Limpar todos os sapatos
Não sei como vocês fazem, mas eu tiro os sapatos assim que entro em casa para não sujar o piso. Às vezes estou arrumando a sala correndo e guardo todos os sapatos no armário sem nem lavar. Por isso quero esvaziar a sapateira e limpar um por um.

Cozinhar
Adoro cozinhar, mas nem sempre tenho tempo ou disposição para fazer algo diferente. Quero aproveitar esses dias para almoçar bem, preparar coisas gostosas no café da tarde e testar receitas diferentes para o jantar.

Acho que ficou bom, né? Vou ter tempo de sobra pra ficar de bobeira, assistir Sessão da Tarde e dar umas voltinhas 🙂

Aproveitem muito o fim de semana!

Beijos

Hora de rever as metas do ano!

Hoje é dia 30 de junho e o primeiro semestre de 2016 se foi! É hora de dar uma olhada naquelas metas que definimos em dezembro para saber o que andou e o que ficou na mesma. Eu gosto de cumprir metas para ter aquela sensação de que vou terminar 2016 diferente de como estava em 2015. Gosto de sentir que estou evoluindo e me esforçando para alcançar meus objetivos. E as metas são uma grande ajuda para manter o foco nesse processo.

Fico perdida sem objetivos bem definidos, seja para o ano ou para o dia. Já comentei por aqui que minha vida é toda organizada por listas. Se acordo e não tem nada definido para o dia, fico de bobeira e nem lembro daquilo que precisava fazer. O mesmo acontece ao longo do ano: sem uma direção muito clara do que quero conquistar, nada acontece.

Por isso, achei uma boa ideia rever as minhas metas para 2016 e avaliar o andamento de cada uma. Deu para ter uma noção boa de quais metas precisam de um investimento maior! Fora a alegria de ver algumas metas praticamente completas ainda no meio do ano 🙂 Espero muito que você goste desse balanço de meio de ano e te convido a fazer o mesmo em casa. Depois me conta por aqui como andam as suas metas.

Beijos!

Restaurantes em NY

Fiz um resumo com os melhores restaurantes visitados na nossa viagem de Nova York para ajudar quem estiver montando o roteiro. Nossa viagem foi bem econômica, então não espere lugares sofisticados, ok? Eu gosto mesmo é de massa, torta, pizza e sorvete! Dá para economizar bastante com alimentação em NY, é só pesquisar as recomendações de sites e evitar lugares muito badalados. Conseguimos encontrar restaurantes e lanchonetes deliciosos a preços bem razoáveis, sem apelar para redes de fast food a cada refeição. Confira os restaurantes em NY que provei e recomendo!

Junior’s

Restaurante dos anos 50 super tradicional, naquele estilo de filme americano, sabe? O cheesecake é considerado o melhor de Nova York e realmente é maaaravilhoso! Tivemos que repetir a visita só para comer a sobremesa novamente. O cardápio é enorme e tem sanduíches, massas, carnes na churrasqueira, café da manhã, além de inúmeros sabores de cheesecake.

Nossa primeira visita foi na unidade do Brooklyn (386 Flatbush Avenue), que é bem grande e tem decoração tradicional. A minha preferida! Pedimos uma costelinha com batatas e mac and cheese. De entrada, serviram pães, coleslaw, picles e beterraba em conserva. Tudo muuuuito gostoso e dá para dividir em duas pessoas tranquilamente.

restaurantes-em-ny Olha o tamanho desse cheesecake! E vem com morangos inteiros:

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Depois fomos ao Junior’s da Times Square (1515 Broadway), que tem uma lojinha ao lado só de cheesecake. Pedi um frango com purê de batatas e vagem, que salva a vida quando você não aguenta mais hambúrgueres e pizzas.

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Panna II Garden (93 1st Ave)

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Imagine o caos completo: pouco espaço, muita gente, música alta e milhares de luzes. Esse é o cenário do restaurante indiano que está fazendo o maior sucesso em NY. O lugar não é novo (foi inaugurado em 1990), mas virou febre no East Village. Esse bairro, aliás, é muito animado e tem várias opções de restaurantes e bares. Ele fica próximo à New York University e deu para perceber o clima bem universitário, com jovens na rua à noite, pubs, etc.

Quando chegamos ao Panna II, já esperávamos uma bela fila na porta e foi o que encontramos. O lugar é minúsculo e muito concorrido, então esperamos uns 40 minutos por uma mesa. A fila não tem controle nenhum: o dono do restaurante fica na porta gritando: “você aí, pode entrar!”. De fora, já dá para perceber a loucura que vai ser o jantar. A decoração é feita com milhares de luzes de Natal coloridas. Quando digo milhares, é algo do tipo: você precisa se curvar para andar pelo restaurante, ou vai enroscar o cabelo em algum fio de lâmpadas.

Pedimos um frango ao curry e um filé com cogumelos. Os dois pratos tinham o mesmo gosto: pimenta, hahahah! Os pratos são pequenos e vêm acompanhados de arroz. Ficamos em uma mesa perto da porta e o dono mandou meu marido se levantar 3 vezes durante o jantar para passar cadeiras, abrir o armário, etc. De tempos em tempos, eles apagam as luzes e tocam uma música altíssima. Ou seja, não espere ter uma noite tranquila. O lugar está na moda e muita gente ama a experiência, mas não é um lugar onde eu voltaria. Em comparação aos outros restaurantes em NY que conhecemos, dou nota 6 para a comida. Lembrando que não conheço nada de culinária indiana.

Artichoke Pizza

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Pizzaria famosa pela pizza de alcachofra, tem unidades em vários pontos de NY. Fomos na do Greenwich Village (, bem perto da NYU. O lugar é pequeno e tem só duas mesas e dois balcões, mas você sempre pode pegar a pizza e sair caminhando pelo bairro, que é muito animado. Essa rua tem vários bares e restaurantes e, por ser pertinho da universidade, é bem movimentava.

Eu adoro alcachofra, mas nunca tinha pensando em uma pizza com esse sabor! O engraçado é que eles usam molho branco no lugar do tomate. Pedimos uma fatia de alcachofra e uma de peperoni. Eu gostei mais da de peperoni, justamente por ter molho vermelho. Pizza com molho branco me parece mais um crepe, sabe? Mas a de alcachofra também é bem gostosa.

Panera Bread

 

Rede de sanduíches e sopas com unidades espalhadas em vários pontos de NY. Nada melhor que uma sopa nos dias frios que pegamos por lá! Provamos a de brócolis com cheddar e a de cebola francesa. Gostei muito das duas! O melhor é que você pode fazer combos com sopa e sanduíche ou salada. Um dia pedi um sanduíche de pimentão e queijo maravilhoso! No outro fui de salada, que também estava ótima. É uma opção de fast food mais saborosa que Mc Donalds ou Burguer King e mais barata que restaurantes convencionais. Também paramos em uma loja da rede para tomar café da manhã e tudo estava muito gostoso. Comemos cinnamon roll e um “suflê” de espinafre mára! Se esbarrar em uma Panera Bread na busca por restaurantes em NY, vale à pena entrar.

Eataly (200 Fifth Avenue)

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O Eataly existe em várias partes do mundo, inclusive em São Paulo, e é um enorme mercado com vários tipos de produtos italianos, como massas, molhos, pães, chocolates, sorvetes, etc. É um mercado lindo, com vários restaurantes dentro. No de NY tem o bar de Nutella, a sorveteria, a chocolateria, o café, o setor que servia peixes, um barzinho, e o restaurante de pizzas e massas. Esse último foi o nosso escolhido para um jantar e adoramos! Pedimos uma pizza maravilhosa, que serve duas pessoas. Para completar, uma lasanha. Achei a lasanha ok, mas meu marido amou. Como em quase todo lugar de Manhattan, pegamos fila na entrada. Essa foi tensa, ficamos uns 40 minutos esperando. O bom é que você pode conhecer as outras partes do mercado enquanto espera, e até provar outras comidinhas. Gostei muito e já quero conhecer o de SP!

Pete’s Grill (39-14 Queens Blvd)

Pete's grill

Aqui vai a dica não exatamente do Pete’s, mas dos restaurantes estilo diner, que servem comida bem americana: café da manhã completo, panquecas, sanduíches, nachos, etc. E tudo acompanhado de muito café! Tente visitar algum diner tradicional e prove um prato de ovos, bacon, salsichas e torradas, como esse aí da foto 🙂

Esse restaurante ficava bem perto do hotel e comemos por lá duas ou três vezes. O preço é muito bom, sem comparação com os restaurantes de Manhattan. Por mim, teria ido mais vezes. Eu amo esse estilo de comida com muito carboidrato, sabe? hahahah É a dica para quem quer gastar pouco, comer bem e se sentir em um seriado <3

Sorvetes/chocolates/salgadinhos

Adorei a experiência nos restaurantes que conhecemos em Nova York, mas eu gosto mesmo é das coisas gostosas vendidas em mercados e farmácias nos EUA. Planejo a viagem sonhando com os sorvetes e chocolates que vou encontrar por lá. Se você é como eu gosta de uma besteirinha, fique de olho nas gôndolas das farmácias e prove o que der vontade. Eu sou enlouquecida pelos sorvetes da Ben&Jerry’s e sempre tento provar um novo. O escolhido da vez foi o half baked, que mistura sorvete de chocolate e baunilha com brownies e massa de cookie. Geeeeente…sem palavras para descrever esse sorvete. Sabe aquela massa de biscoito da sua mãe que você roubava antes de ir ao forno? Então.

 

Se você quiser mais dicas de NY, gravei um vídeo falando um pouco sobre nossa experiência por lá, transporte público, aplicativos que ajudaram na viagem, e outras informações que podem ajudar. Lá no canal também postei três vlogs mostrando alguns passeios que fizemos para ajudar a montar seu roteiro! Se tiver curiosidade, é só dar o play abaixo:

Agora é esperar pela próxima viagem!

Beijos!

Dicas de NY

Hora de tirar a poeira do blog! Estive de férias nas duas últimas semanas e o blog ficou bem paradinho nesse tempo. Peço desculpas, mas agora estou de volta por aqui!

Antes de retomar os assuntos principais aqui do Lar Possível (organização, decoração, etc), quero falar uma pouquinho sobre as minhas férias 🙂 Eu, meu marido e minha irmã passamos oito dias em Nova York e foi um sonho realizado! Esse tipo de viagem sempre reforça em mim a ideia de que compensa economizar e mudar alguns hábitos para alcançar nossos objetivos.

Não é fácil fazer uma viagem internacional, principalmente quando o dólar está nas alturas, mas é possível. Acredito que, mantendo o foco nas economias, todo mundo chega lá. É claaaro que a minha viagem não teve luxos, mas só de conhecer aquela cidade eu já me realizei! Quero dar algumas dicas de NY e vou resumir em tópicos alguns detalhes sobre a viagem:

Hotel: Ficamos no Red Roof Inn Queens, um hotel no bairro do Queens (fora da ilha de Manhattan). A diferença de preços entre os hotéis de dentro e fora da ilha é enorme. Claro que a distância pesa um pouco, já que gastávamos mais ou menos 30 minutos de caminhada+metrô para chegar ou sair do hotel rumo a Manhattan. Se você é jovem e tem disposição, como é o nosso caso, sem problemas. Mas se você vai viajar com crianças ou idosos, há opções melhores. Para quem quer comprar MUITO, também não compensa se hospedar tão longe. O ideal é pegar um hotel bem central para deixar as sacolas ao longo do dia. Ninguém aguenta fazer passeios carregando peso. Não adianta economizar com hotel e ficar sofrendo na viagem…escolha um local de acordo com o seu perfil e vai dar tudo certo! Ah, e sobre o nosso hotel: padrão americano, com aquele cheirinho esquisito de carpete e cortina de plástico na banheira. O café da manhã é super movimentado e termina cedo, às 9h30, então só comi lá duas vezes. Muito silencioso, tranquilo, e aceita encomendas sem cobrar nada.

Transporte: Usamos o MetroCard, que dá viagens ilimitadas de ônibus e metrô. Custou 31 dólares e dura 7 dias. Foi uma mão na roda, porque cada passagem de metrô custa 3 dólares. Usávamos várias vezes ao longo do dia para ir de um ponto a outro da cidade. No mapa, Manhattan parece pequena, mas é uma canseira caminhar aquilo tudo. Na volta para o aeroporto, pegamos um Uber categoria XL, que manda carros maiores, para acomodar as malas. Não pegamos nenhum táxi durante a viagem, o metrô resolvia tudo!

Alimentação: Você pode economizar muuuito comendo só em redes de fast food e carrinhos de rua. Meu organismo não dá conta, então prefiro gastar um pouco mais para comer comida “de verdade”, tipo massas e saladas. AMO as comidas daqueles típicos diners americanos, restaurantes que servem pratos tradicionais: panquecas, hambúrgueres, ovos com bacon, etc. Então fui alternando entre refeições trash e “normais”. Não sou fã de restaurantes da moda que estão bombando no Instagram, mas fui em alguns para acompanhar a minha irmã. Considero que me dei mal em todos eles…hahahaha Muita fila, pouca comida e conta surreal. Alimentação é algo extremamente pessoal, mas digo que dá sim para economizar bem com comida em NY.

Passeios: Você pode assistir a um musical da Broadway na primeira fila ou conseguir um ingresso promocional, como nós fizemos. Ou nem assistir, se não for a sua praia! Sou contra regras em viagens e acho que você não precisa fazer os passeios X ou Y para ter uma viagem agradável. Se você quer ir a NY só para provar doces diferentes ou conhecer cenários de filmes, vai fundo! Faça o que você quiser e seu bolso permitir. Eu, por exemplo, não curto subir no topo de monumentos para ver a vista. Por isso, não subi no Empire State nem no Top of the Rock. É algo muito particular: não vi graça nem subindo a Torre Eiffel. Então esqueça roteiros engessados e faça o que você gosta. Também é possível economizar muito nos passeios. O Museu de História Natural e o MET, por exemplo, não têm preço fixo. Eles recomendam um valor para o ingresso, mas você paga o quanto puder. E o melhor de NY, para mim, foi caminhar muito, ver gente diferente, tirar fotos das ruas, esse tipo de coisa que não custa nada 🙂

Gravei alguns trechos da viagem para dar dicas da cidade e estou editando vlogs para o canal. Já publiquei os dois primeiros e comecei a editar o último! Se você quiser conhecer um pouquinho mais dessa linda cidade e pegar dicas para a sua próxima viagem, dá uma olhada! Depois vou fazer um post só falando os restaurantes que provamos 🙂


Beijos!

As maravilhas do óleo de coco

Comecei a usar o óleo de coco no ano passado por indicação da minha irmã, que estava encantada com os efeitos desse produto no cabelo. Fiquei impressionada com o poder de hidratação do óleo do meu cabelo, que era seco e difícil de cuidar. Como pode um óleo de R$ 30 dar mais efeito que um super tratamento de salão?

óleo-de-coco-beneficios

Logo fui pesquisar mais e descobri as maravilhas do óleo de coco! No cabelo, eu gosto de fazer o seguinte: passo o óleo nos fios secos antes de dormir. Coloco uma toalha para não sujar a fronha, tá? Acordo e lavo o cabelo normalmente. Outra opção é misturar um pouco do óleo no creme e fazer hidratação em casa mesmo. Comigo não funcionou usar como leave in porque ele é beeeem pesado. Mas faz o teste, quem sabe funciona pra você!

Fiz o teste do óleo de coco na cozinha com essa receita de pipoca doce da Bela Gil. Como o cheiro do produto é forte, achei que o gosto na comida ficaria bem pronunciado, mas achei o resultado bem sutil. Ele também pode ser usado em receitas de bolos, pães, massas, sobremesas e outras infinitas opções. O pessoal da Mundo Verde fez até um guia de receitas com óleo de coco, tem de tudo! Aliás, foi lá que eu comprei o meu pote. Mas hoje em dia você encontra óleo de coco em qualquer loja de produtos naturais.

Continuando no assunto cozinha, confesso que estava um pouco tímida para testar receitas novas com esse ingrediente. Então comecei a seguir no Snapchat o doutor Barakat, vocês conhecem? Ele leva uma vida mega saudável e defende que bons hábitos resolvem vários problemas de saúde. É algo do tipo: a filha dele de 10 anos não come Nutella porque tem consciência dos malefícios, tem noção? Enquanto isso, eu vejo a Nutella se acumulando na minha barriga e continuo comendo…é a vida!

Mas então, o dr. Barakat toma todos os dias café com óleo de coco! ” Indico uma colher de sopa de óleo de coco uma vez ao dia como uso rotineiro para pré-treino, funcionando como fonte de energia dependendo do seu tipo de dieta”, diz o médico neste artigo publicado no site dele.

A gordura do coco é bem absorvida pelo fígado e logo é convertida em energia, ou seja, não se acumula nas suas coxas. Ele ajuda a aumentar o volume de massa magra e melhora a imunidade do corpo. Gente, só a história do cabelo já foi suficiente pra eu começar a usar o óleo. Sabendo dessas vantagens todas, quero diversificar cada vez mais o uso do óleo aqui em casa.

Aqui nos comentários já me deram a dica de usar o óleo como demaquilante! Vocês já testaram? Conhecem outra utilidade interessante para o produto?

Me contem nos comentários e vamos conversar sobre as maravilhas do óleo de coco 🙂

Beijos!

 

Low Poo | Simplifique os cuidados com os cabelos

Já ouviu falar em low poo? Quer começar e não sabe como? Acha que só funciona para cabelos cacheados? Vem comigo que hoje eu vou explicar toda a minha história capilar e como cheguei no low poo, mesmo tendo o cabelo entre ondulado e liso. Essa técnica simplificou minha rotina de cuidados com o cabelo e já me rendeu uma bela economia 🙂

Tenho o cabelo ondulado, bem cheio e fino. Desde adolescente testo tudo que é produto e tratamento para ter menos trabalho com o cabelo. Por muito tempo, fiz relaxamentos e escovas alisadoras para “domar” o cabelo. Até dava certo no início, mas o excesso de química acabava com os fios. Para completar o estrago, há uns 14 anos comecei os experimentos com tonalizantes e água oxigenada.

Já passei por várias fases: só usar shampoo importado, trocar o condicionador pela máscara, lavar mais ou menos vezes por semana, hidratação semanal no salão, entre outras. Nada deixava meu cabelo realmente hidratado e eu estava perdendo MUITO tempo com isso. Nessa fase de simplificar a minha rotina, o cabelo não poderia ficar de fora. Por isso, resolvi que era hora de testar a técnica do Low Poo.

A ideia é parar de usar uma longa lista de ingredientes prejudiciais ao cabelo. Muitas marcas usam a seguinte estratégia: fazem produtos com substâncias pesadas e adicionam outras para “maquiar” o cabelo, como parafina e óleos minerais. Na hora, o cabelo parece macio e hidratado, mas é só lavar outra vez que tudo volta ao que era antes. E dá-lhe leave in, silicone, máscara, óleo, spray e tudo mais.

Tem quem abra mão até do shampoo e siga a linha No Poo. Eu preferi começar pelo low poo para ver se me acostumava. E estou adorando! Gravei um vídeo falando das minhas primeiras experiências com o low poo e mostrando os produtos que estou usando. Dá uma paradinha na leitura para assistir ao vídeo, mas depois volta, tá? 🙂

ps: precisei deixar essa miniatura porque essa careta está muito engraçada!

Voltando ao assunto…

No começo, parece muito complicado saber o que você pode ou não usar. Mas a internet maravilhosa resolve todos o nossos problemas e tem listas completíssimas das substâncias proibidas e dos produtos liberados. Os grupos do Facebook também me ajudaram muito a escolher os primeiros produtos testados. As meninas colocam as fotos dos produtos permitidos e fica fácil consultar antes de comprar.

O melhor dessa técnica é que você pode usar produtos nacionais e importados de todas as faixas de preços. No vídeo falei um pouco mais do Yamasterol, um condicionador incrível que custou só R$ 7! Ou seja, dá para simplificar a vida e economizar. Já ouvi várias opiniões positivas sobre cremes da Monange, uma marca que eu não costumo comprar por pura frescura, e estou animada para testar.

Se você quer começar com o low poo, verifique a composição dos produtos disponíveis no seu chuveiro e descubra o que pode ser aproveitado. Pode ser preciso comprar algo diferente, então escolha uma opção baratinha para começar. Na primeira lavagem, use shampoo COM sulfato por duas vezes para tirar o que tiver acumulado no cabelo e comece a usar um condicionador permitido. Aí é só manter o hábito de ler as embalagens e evitar os ingredientes proibidos.

A próxima etapa da minha experiência é entrar no cronograma de hidratação, nutrição e reconstrução. Estou terminando os produtos de hidratação que já tinha, mas depois que começar com os cremes novos quero tentar fazer o cronograma certinho.

Vocês já conheciam o low poo ou o no poo? Recomendo o teste! Simplifique sua rotina e gaste menos tempos com seus cabelos 🙂

Beijos!

2015 foi pura gratidão

2015 foi um ano intenso. Muitas emoções, altos e baixos. Tranquilidade passou longe! Conquistei muitos desejos, realizei sonhos e trabalhei muito. Esquentei a cabeça, mas aprendi a lidar melhor com as adversidades. Se tem uma coisa que 2015 me ensinou foi que as coisas quase nunca saem como o planejado, muito menos na hora escolhida. E tudo bem, a vida é assim mesmo. Se ainda não chegou a hora, não faz mal. Paciência tem sido a palavra do ano!

2015 me trouxe vários acontecimentos incríveis e sou muito grata por tudo. Lembrar das coisas boas é um ótimo exercício naqueles dias mais pesados, vale a tentativa 🙂 Então resolvi fazer uma lista com os destaques do ano na minha vida. Vamos à minha retrospectiva:

1- Tive uma linda festa de casamento
2- Comecei o blog
3- Deixei a vergonha de lado e passei a gravar vídeos
4- Ganhei tudo o que precisava para a casa nova, o que fez toda a diferença no meu orçamento
5- Participamos dos casamentos de várias pessoas especiais
6- Nossa lua de mel foi maravilhosa
7- Organizei muito a minha vida
8- Conheci cidades novas
9- Fiz cursos e aprendi muito
10- Fui fiel às minhas metas de economia e consegui um ótimo resultado!

Espero que 2016 traga dias lindos e muita felicidade para todos nós!00

Beijos!

Metas de 2016

Como boa virginiana, sou a louca das listas. E não existe hora melhor para fazer uma lista que o fim do ano. Parei uns minutinhos para pensar no que quero melhorar em 2016 e planejar as primeiras atividades. Gosto de destrinchar cada meta em ações menores para saber por onde começar. Às vezes o objetivo parece tão distante que ficamos paralisados, já percebeu?

No vídeo de hoje conto todas as minhas metas para 2016 e ensino a fazer um quadro de visualização, algo muito simples que vai te ajudar a manter o foco.

Beijos!

Por que eu não quero presentes de Natal?

Lembro a ordem exata dos acontecimentos: vi luzes coloridas no céu, a campainha tocou e um saco vermelho apareceu na porta de casa. O que mais poderia ser em plena véspera de Natal? Papai Noel, obviamente, passou voando no trenó iluminado, chamou o elevador do prédio e deixou nossos presentes. Ele saiu sem dizer ‘oi’, mas nem liguei. O importante era o que estava dentro do saco!

Por muitos e muitos anos, o Natal significou, para mim, muita expectativa para saber o que estava nos pacotes. Quantas e quantas vezes eu e minha irmã aproveitamos a ausência dos nossos pais para espiar os presentes no armário. Não podíamos mexer em nada, mas matar a curiosidade era suficiente. Natal era isso: ganhar coisas. Nunca liguei muito para a comida natalina, então nem isso competia com a ansiedade pelos presentes.

Meu primeiro Natal depois de formada, com um emprego de verdade, também foi uma loucura. Andava no shopping louca atrás de mais e mais sacolas. Eu era muito nova, tinha poucos gastos e nenhum plano para o futuro, então gastava sem dó. Acho que nunca dei tantos presentes na vida! Só não comprei mais porque recebia salário de iniciante (claro!) e tinha um limite.

já pensou em ter um

O tempo passou, eu percebi que estava acumulando muitas coisas e entrei na fase do destralhe. Aquilo me fez tão bem que não faria sentido voltar a consumir como antes. Reduzia as compras ao longo do ano, mas sempre chegava a hora do Natal. A lista de presenteados foi diminuindo ao longo dos anos, assim como a cota de gastos para cada presente.

Virou uma obrigação. Eu tinha que comprar algo para a minha irmã porque sabia que ganharia um presente dela. Mesmo que meu pai estivesse com o closet lotado, eu precisava comprar uma camisa nova para não chegar de mãos abanando no jantar do dia 24.

Até que um dia minha vó me devolveu os presentes que eu tinha comprado para ela nas últimas datas comemorativas. Ela disse que não precisava de nada daquilo e que seria mais útil para mim, já que estou montando minha casa. Em vez de me ofender, fiquei muito feliz! Aquilo realmente me ajudou a montar o enxoval e a perceber que minha vó não estava preocupada com presentes. Ela só queria passar o Natal com a gente!

Pensei muito sobre isso e, conversando com a minha irmã, tomamos uma decisão para este Natal: nada de presentes! Nossos pais adoraram a ideia, assim como a minha sogra. Então ficou combinado: não vamos trocar presentes entre a família. No dia 24, vamos comer, beber e aproveitar a noite. E só 🙂

Essa não é uma decisão radical e já apareceram algumas exceções. Minha vó foi a primeira a dizer que está fora, hahahah. Ela não resiste às compras e, como faz há décadas, já deve estar planejando os presentes de cada filho e neto.  Vamos participar normalmente dos grupos de amigo oculto, já que essa é uma oportunidade incrível de rever amigos e confraternizar.

Minha mãe ficou com dó de deixar as crianças sem brinquedo, então elas também ficaram de fora do plano. Mas isso não significa que vamos gastar uma fortuna em brinquedos. Aliás, aqui em casa já compramos os (poucos) presentes que as crianças ganharão. Aproveitamos as promoções de novembro e conseguimos coisas ótimas entre R$ 30 e R$ 50. E não precisaremos enfrentar shoppings lotados em dezembro, o que já é um sucesso!

Foi um pouco difícil convencer o marido, mas ele gostou da ideia de economizar e acabou topando. É uma tentativa e ainda pode passar por ajustes, mas acredito que o Natal nunca mais será o mesmo aqui em casa. Se você não fica confortável com a ideia ou sabe que algum familiar vai se ofender se não ganhar uma lembrancinha, adapte a proposta.

Reduza o número de presenteados ou o valor de cada presente. Em vez de comprar, faça você mesmo alguns dos presentes. Que tal biscoitos, uma carta, um panetone decorado ou velas perfumadas? As ideias são infinitas, e eu recomendo esse sabonete esfoliante que ensinei por aqui.

O principal objetivo de tudo isso é focar no que realmente importa no Natal. Pra mim, é a reunião da família e a gratidão por tudo o que aconteceu no ano. Pra você, pode ser o nascimento de Jesus ou o momento de fazer o bem aos outros. Pense no que te faz bem de verdade e foque nisso. Com certeza suas melhores lembranças de Natal não envolvem presentes 🙂

Beijos!