Categoria: Organização

Guia ilustrado da organização

A Marie Kondo, uma japonesa especialista em organização que eu adoro, lançou um novo livro: Spark Joy. É um guia ilustrado da organização, com imagens explicando direitinho como arrumar cada objeto da sua casa. Ela passa por todos os cômodos e dá dicas para cada item. As ilustrações mostram a dobrar corretamente todo tipo de roupa.

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Infelizmente, não encontrei a versão em português. Mas as ilustrações são bem detalhadas e ajudam mesmo sem tradução 🙂

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Já falei bastante da Marie Kondo em vários posts por aqui, então resolvi fazer a resenha do livro novo em vídeo em vídeo. Ainda quero fazer uma série de posts sobre as dicas que ela dá para cada cômodo da casa. Hoje em dia arrumo as minhas gavetas de acordo com o método dela e gosto muito do resultado!

A Marie indica uma ordem bem específica para quem quer começar o destralhe da casa: roupas, livros, papelada, komono (itens diversos) e, por fim, itens sentimentais, como cartas e fotografias.

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Se você ficou curioso com o livro Spark Joy, assista ao vídeo para saber um pouco mais sobre ele;

Beijos!

*Todas as imagens foram retiradas do livro Spark Joy, da Marie Kondo.

Um livro para a vida toda

Levei alguns anos para entender que uma agenda lotada não é sinônimo de felicidade. Acreditava que uma pessoa de sucesso precisava ter compromisso atrás de compromisso. Hoje encaro a famosa “correria” como pura falta de organização e foco. Se alguém tem milhares de atividades a cumprir na semana, certamente não está priorizando o essencial. Claro que todos passamos por períodos mais conturbados, mas, para mim, é possível simplificar a rotina.

Esses dias descobri um livro que pretendo levar para a vida toda: Essencialismo – A disciplinada busca por menos, de Greg McKeown. O autor já começa dizendo que você não precisa sentir culpa nenhuma ao recusar convites e atividades pouco importantes, pelo contrário! Troque o status “ocupado” pelo “produtivo” e você ganhará mais tempo e cabeça para correr atrás dos seus objetivos.

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O livro sugere a seguinte estratégia: explorar as possibilidades até escolher um objetivo, eliminar ações desnecessárias para alcançá-lo e executar o que precisa ser feito. Na fase de eliminação, precisamos aprender a dizer “não” sem medo e a estabelecer limites. Quantas vezes eu e você já dedicamos tempo e esforço a algo que não nos interessava e logo depois nos sentimos arrependidos? Ou chegamos atrasados em um evento familiar para terminar um trabalho que nem era tão urgente?

O autor nos convida a fazer a seguinte pergunta: Estou investindo nas atividades certas? A partir daí, ele mostra como simplificar a rotina e abrir mão daquilo que não traz benefícios. Já ouviu falar no princípio de Pareto? Segundo ele, 20% do nosso esforço produz 80% dos resultados.

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O livro contra histórias ótimas de pessoas que lidam de maneiras muito diferentes com certas situações no trabalho e em casa. O “Essencialismo” traz casos de empresários, CEOs e funcionários que perderam o foco do que era importante. Começando pela história do próprio autor: no dia do nascimento de sua filha, Greg deixou a esposa no hospital e foi a uma reunião. É claro que a reunião dão deu em nada e, só depois, ele percebeu que tinha perdido um momento tão importante.

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Tenho praticado um hábito que me ajuda bastante a reduzir essa pressão dos afazeres diários. Quando penso: “tenho que ir a esse almoço”, “tenho que visitar fulano”, “tenho que terminar esse livro”, logo me corrijo e digo “quero fazer tal coisa”. Afinal, eu não tenho que fazer absolutamente nada, mas escolho ter certos compromissos.

Um exemplo bem atual: todos os dias tenho que resolver algo da reforma. Quando penso em reclamar, lembro que eu escolhi fazer essa reforma, ninguém me obrigou. Então assumo a responsabilidade e tento simplificar ao máximo o que precisa ser feito. Mas como? Hoje precisei ir em uma rua muito movimentada comprar lâmpadas. Em vez de me estressar procurando vagas, acordei cedo e fui antes do movimento começar. Levei uma lista do que precisava e, em 5 minutos, resolvi tudo!

Enfim, adorei o livro e recomendo muito para quem quer simplificar a vida. Espero que gostem da indicação 🙂

Beijos!

PS: todas as imagens foram retiradas do livro.

Agora Vai! Resultado de janeiro

No início de janeiro eu comecei o desafio Agora Vai para liberar mais espaço no guarda-roupa. A ideia é escolher, todo mês, 3 peças que estejam esquecidas no armário e dar uma última chance a elas. Se eu não conseguir usar a roupa ou acessório no período, ela precisa ser vendida ou doada.

Para janeiro, escolhi uma saia, um vestido e uma regata. Gostei muito da experiência e contei os resultados o desafio em vídeo. Ah, no vídeo mostro também as peças escolhidas para fevereiro. É só clicar no vídeo para assistir:

E se você ainda não é inscrito no canal, corre lá! Acabamos de completar 1.000 inscritos no Youtube e surgem várias dicas legais nos comentários dos vídeos. Para se inscrever, é só ir no canal e clicar no botão vermelho de inscrição. Te espero lá!

Beijos!

6 Filmes para pensar sobre Minimalismo

Buscando incentivo para reduzir o consumo e viver com menos? Conheça 6 filmes que vão inspirar sua jornada pelo minimalismo!

A lista é resultado de muita pesquisa e de uma maratona intensa de filmes. Veio de uma grande amiga a ideia de mostrar filmes que tratam do minimalismo e eu adorei escrever um pouco sobre os meus preferidos para vocês. Alguns são mais hollywoodianos, outros mais ‘vida real’, mas cada um me fez pensar sobre o nosso apego aos objetos.

Se você conhece algum desses títulos, me conte o que achou dele! 🙂

No Impact Man

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Uma família de Nova York decide passar um ano reduzindo ao máximo o impacto no meio ambiente. Isso quer dizer: abrir mão da eletricidade, consumir apenas alimentos produzidos localmente, abolir o uso de papel higiênico e não embarcar em carro, ônibus, trem ou avião. Eles também pararam de comprar e assistir televisão.

O pai da família, Colin Beaven, virou um fenômeno da mídia. Ele participou de shows na TV e deu dezenas de entrevistas para jornais do mundo inteiro. Fiquei com a impressão de que ele estava adorando toda essa exposição e usou o projeto para se promover (e vender livros). Apesar disso, a experiência dessa família norte-americana alerta para a questão do consumo excessivo e me fez repensar vários costumes.

Um exemplo: eles passam uns dias na fazenda para conhecer a produção dos alimentos que compram na feira. Quantos de nós sabemos de onde vem nossa comida? Em que condições ela é produzida? Se você consome carnes, sabe como os animais são tratados? Mesmo que eu não concorde 100% com a postura do Colin, foi bom parar para pensar nessas coisas.

O documentário, disponível no Netflix, mostra a vida em família sem consumo. Dá para perceber que a filha deles não sente falta de praticamente nada do que tinha antes e até se diverte mais sem televisão ou eletricidade. Também achei interessante ver como o casal superou alguns desentendimentos durante o projeto. Tipo: onde vamos guardar a comida se não temos geladeira?

Bill Cunningham New York

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Foto: CLINT SPAULDING/PatrickMcMullan.com

O fotógrafo norte-americano Bill Cunningham, hoje com 86 anos, faz graça da contradição da própria vida. Ele mora em Nova York com pouquíssimos objetos e remenda as roupas com fita isolante, mas ganhou fama fotografando desfiles de moda, festas da alta sociedade e pessoas estilosas nas ruas.

Bill é um apaixonado pela moda e pela fotografia, é praticamente uma obsessão. Ele nunca teve um relacionamento amoroso nem constituiu família, muito menos ficou rico com a profissão. Quando estava na revista Details, rasgava os cheques do pagamento. Trabalhando de graça, ele não poderia receber ordens dos chefes. “Dinheiro é barato. Cara é a liberdade” – uma das frases mais lindas que já ouvi.

Notou o casaco azul da foto? É marca registrada de Bill. Essa peça é vendida em lojas de ferramentas na França e usada por trabalhadores de fábricas. Pela praticidade, foi o casaco escolhido por um homem que tem acesso aos maiores estilistas do mundo :). A paixão pela fotografia e o desapego extremo em uma cidade exuberante como NY me impressionaram. Filme imperdível para quem curte moda, fotografia e simplicidade.

My Stuff
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Cansado do apartamento abarrotado de coisas, um finlandês resolve colocar todos os objetos em um depósito para pensar sobre o que é realmente necessário. A ideia é que ele possa, durante um ano, buscar um item por dia. Ele fica sem absolutamente nada, tanto que precisa correr pelado até o depósito para buscar um casaco no primeiro dia do projeto. Ah, e ele não podia comprar nada nesse período! Só consertar ou trocar.

Fiquei pensando em quais objetos eu resgataria nos primeiros dias. No caso do Petri, era inverno, e ele optou por casaco, botas e uma coberta. Para conseguir trabalhar e sair de casa, ele precisou de calça e blusa (mas deixou as cuecas guardadas por um tempo, heheheh). O colchão também voltou para casa nas primeiras semanas.

Já o celular, que parece tão indispensável nos dias de hoje, ficou quatro meses no depósito. Até da geladeira ele abriu mão por um tempo: deixava os alimentos do lado de fora da janela (imagina o frio!). É engraçado que ele não passa por muitos apertos no dia a dia de trabalho e casa. A situação só encrenca quando ele vai sair pela primeira vez com uma garota e não tem roupas limpas nem um ferro para deixá-las apresentáveis.

Ele fica tão acostumado com a situação que chega a ir ao depósito e sair de mãos abanando: nada ali dentro era necessário. No fim das contas, ele percebe que precisa de 100 itens essenciais e mais 100 para um conforto extra. Isso contando cada garfo, liquidificador e cortinas da casa, ok? Mais sobre o filme aqui.

Na Natureza Selvagem (Into the Wild)
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Quem nunca pensou em largar tudo e passar um tempo isolado do mundo? Depois de se formar na faculdade, Christopher McCandless doa todas as suas economias e começa uma viagem pelos Estados Unidos. Ele coloca uma mochila nas costas e parte com pouquíssimos objetos, chegando ao ponto de queimar o que restou de dinheiro no bolso.

O filme é baseado em uma história real e mostra a jornada de um jovem de classe média em busca de uma vida totalmente livre. Suas únicas preocupações são sobreviver na natureza e chegar ao Alasca. Ele conta com a ajuda das pessoas que vai conhecendo no caminho e impacta a realidade de muitas delas.

Fugir da civilização é um exemplo extremo, mas podemos aproveitar a história de McCandless para entender o que realmente importa na vida. Depois dessa experiência, ele chega às suas próprias conclusões sobre felicidade. Mas não vou estragar a história, vejam o filme 🙂 Disponível no Netflix.

Amor sem escalas (Up In the Air)
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O personagem do George Clooney passa a maior parte do tempo viajando e não gosta de perder tempo despachando bagagem ou carregando objetos desnecessários. Ele leva uma mala compacta com tudo o que precisa para as viagens a trabalho: computador e poucas roupas.

O filme não se trata só disso, claro, mas as cenas do Clooney arrumando a mala e a visão do apartamento dele, com pouquíssimos itens, me chamaram atenção. Incontáveis vezes nessa vida eu me senti como a colega de trabalho dele, que carrega travesseiros e uma mala nada prática. Dá trabalho carregar e cuidar de tanta coisa, então eu sempre me arrependia. Ainda não reduzi meus pertences como o personagem, mas minha mala já é bem menor!

Além do trabalho com empresas, o personagem dá palestras. Ele convida o público a imaginar todos os pertences pessoais em uma mochila e sair andando com ela. Impossível para a maior parte das pessoas. Ele sugere o mesmo exercício com relacionamentos: alguns pesam mais, outros são mais leves. Precisamos mesmo ficar com todos? Filme disponível no Netflix.

We the Tiny House People
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Tente colocar todos os seus pertences em uma dúzia de metros quadrados. Impossível? Essa difícil tarefa é normal para os moradores de minicasas. A diretora Kirsten Dirksen entrevistou várias pessoas que passam a vida em imóveis minúsculos e conseguem acomodar tudo o que possuem lá dentro.

Muitas das casinhas exibidas comportam sala, cama, banheiro e cozinha, tudo em versão reduzida. É outro exemplo extremo de minimalismo, mas me fez pensar em todo o espaço desperdiçado na minha casa. Pagamos caro por cada metro quadrado de um imóvel e devemos aproveitá-los da melhor maneira.

Então ignore as excentricidades de alguns personagens e foque nas ideias geniais de uso o espaço. O filme me rendeu ótimas ideias para o apartamento! Esse está disponível no Youtube.

 

Você tem mais alguma dica de filme com ideias e personagens relacionados ao minimalismo? Escreva aqui nos comentários, quero assistir mais filmes sobre o assunto 🙂

Beijos!

Coisas chatas que precisam ser feitas

“A vida é mára”, já diria Gabriela Pugliesi. Mas, entre uma alegria e outra, precisamos resolver várias coisas chatas do dia a dia. Eu tinha o hábito de enrolar ao máximo para fazer essas atividades e acabava tendo que resolver tudo correndo, o que me deixava mais nervosa. Nesse processo de organização, percebi que o melhor é resolver o problema assim que ele aparece.

Minha estratégia atual é me livrar desses pepinos do cotidiano o mais rápido possível. Assim, problemas que começaram pequenos não crescem como uma bola de neve enquanto você enrola. Tenho alguns dias de recesso nesse fim de ano e vou aproveitar para fazer as “coisas chatas que precisam ser feitas”. Acho essa época ideal porque os bancos e cartórios estão mais vazios, o trânsito melhora e conseguimos resolver tudo mais rápido.

Fiz uma lista com tudo o que preciso fazer até o fim de janeiro. Cada um tem as suas pendências e pode fazer sua própria lista, o importante é se livrar dessas atividades. Afinal, nada como começar o ano com a vida em ordem, certo? 🙂

As minhas prioridades agora são:

1- Tirar CNH com o nome de casada
2- Atualizar título de eleitor no cartório
3- Instalar os armários do apartamento
4- Fazer revisão do carro
5- Pedir orçamentos para as bancadas da cozinha
6- Orçar e encomendar espelhos e box na vidraçaria
7- Atualizar cadastro no banco (estão mandando cartas há tempos…)
8- Revisar pastas de papelada
9- Amolar alicate
10- Ir na companhia de energia (CEB)

Janeiro é um mês mais tranquilo, então acredito que eu consiga resolver tudo. O que vocês vão adiantar no próximo mês? Faça uma listinha de pendências e me conte aqui o que te espera em janeiro 🙂

Beijos!

 

Como organizar guarda-roupa | Marie Kondo

A japonesa Marie Kondo, autora do livro “A mágica da arrumação”, tem dicas valiosas para o destralhe e a organização da casa. Ela desenvolveu um método próprio, o KonMari, e apresenta soluções para todos os objetos da casa. Eu selecionei as principais dicas de organização do guarda-roupa, já que esse espaço tem uma facilidade enorme de ficar bagunçado.

Se você quiser saber mais sobre o livro, dá uma olhada na resenha que eu fiz aqui no blog. Recomendo muito a leitura! E se você quiser conhecer as dicas específicas de como organizar guarda-roupa, é só conferir o vídeo que postei hoje no canal. Aproveite para se inscrever no canal 🙂 Os vídeos sempre aparecem lá mais cedo.

Clique na imagem para assistir ao vídeo:

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Aproveitando a ideia que a Rose Alves deixou lá no canal, vou mostrar melhor como é a organização do meu guarda roupa. Guardo as blusas na vertical, e não empilhadas, como indica Marie Kondo. As blusas de frio ficam enroladas e guardadas no fundo da gaveta, já que uso pouquíssimo.

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Como explico no vídeo, comprei todos os cabides iguais para organizar melhor o guarda-roupa. Comprei em caixas com 50 unidades no Sam’s Club. Não lembro o preço exato, mas foi perto de R$ 80. Ficou assim:

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Engraçado ver foto do meu guarda-roupa! Olho pra ele todos os dias e nunca tinha reparado que uso basicamente as mesmas cores: branco, rosa, azul e preto. Gostei do exercício 🙂

Beijos!

Detox das redes sociais

Quem nunca perdeu algumas horas de sono vendo todo o feed do Instagram antes de dormir? Ou correu para o Facebook antes mesmo de arrumar a cama ao acordar? Sou culpada de todos esses pecadinhos tecnológicos. A internet faz parte da minha vida desde muito cedo e aprendi que dá para tirar muitas coisas boas do mundo virtual. Mas também dá para perder bastante tempo e gastar energia com bobagens!

Esse ano transformei o uso que faço das redes sociais. Fiz uma espécie de detox! Cansei de acompanhar detalhes da rotina de pessoas com quem eu mal converso e fui atrás do que realmente me interessava. O Facebook tem uma opção salvadora: você pode deixar de seguir as postagens de uma pessoa sem desfazer a amizade. Olha que maravilha!

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Passei a usar melhor uma ferramenta incrível do FB, os grupos. Há comunidades de todos os assuntos, então você consegue “montar” um feed só sobre temas que te interessam. Menos fotos das férias de desconhecidos, mais artigos que podem acrescentar algo positivo na sua vida. Sério, depois que eu fiz isso percebi o impacto que o conteúdo das redes sociais tem no meu dia. Uma bobagem é capaz de detonar as minhas energias ou tirar a minha concentração.

Com o Facebook “otimizado”, faltava resolver a questão do Instagram. Seguir blogueiras famosas perdeu o sentido nessa minha fase de desapego. Assuntos repetidos, propagandas em excesso e discussões chatas nos comentários me fizeram ver que aquilo não estava funcionando pra mim. Foi aí que encontrei o maravilhoso blog A parede indecisa e me veio a inspiração de mudar.

Li um post da Gabriela sobre perfis inspiradores para seguir no Instagram. Aquelas imagens lindas me mostraram que essa rede social vai muito além das “comprinhas” e dicas de maquiagem. Eu estava tão acostumada a seguir o mesmo tipo de pessoas, que não me dei conta do que estava além. Na hora tive a ideia de fazer um detox completo das redes sociais!

Cortei pela metade os perfis que sigo no Instagram para manter o que eu realmente gosto de ver: fotos de amigos e familiares, imagens criativas, perfis sobre organização e motivacionais. Resolvido! É claro que as blogueiras preferidas continuam por lá. Tirei as da “ostentação” e deixei aquelas que mostram coisas do dia a dia, tipo a @beca_brait e a @chatadegalocha, que eu adoro 🙂 E agora vou atrás de perfis novos, com imagens que me inspirem.

Para completar o detox, me descadastrei de várias listas de publicidade que chegavam diariamente por e-mail. Eu sempre deletei tudo de uma vez, mas entendi que não sou obrigada a lidar com um volume tão grande de propaganda. Saí de tudo o que não me interessava mais e a minha organização matinal da caixa de entrada ficou bem mais tranquila.

Um detox é bom em todas as áreas da vida, mas esse das redes sociais é genial! Nos acostumamos a usá-las do jeito de sempre e quase nunca paramos para pensar no mal que isso pode nos fazer. Repense suas redes, quem você segue, o que você vê. Troque discussões bobas nos comentários por textos que te ajudem a vencer o dia. É muito libertador 🙂

Vou deixar duas dicas de perfis legais para quem quiser fazer um detox no Instagram:

@flaviamelissa: Ela sempre posta mensagens positivas e faz o Desafio da Gratidão.
@gabrielabrasilorganiza: Dicas práticas de organização.

Me conte aqui nos comentários como você administra suas redes sociais!

Beijos!

Organizando sapatos

Sabe quando você não aguenta mais olhar para uma bagunça e resolve fazer uma limpeza geral? Fiz isso com os meus sapatos no último fim de semana. Já estava agoniada de ver meus sapatos largados, sem nenhuma organização. Mesmo tendo poucos pares, eles bagunçam com muita facilidade. Fora que as gavetas sempre ficam sujas e estava na hora de limpar tudo.

Gravei o processo para mostrar que foi muito rápido. Às vezes ficamos com preguiça de começar a organizar a casa porque achamos que vai demorar o dia todo. Claro que alguns setores da casa vão demandar mais tempo, mas sempre temos uma gaveta que pode ser organizada em minutos.

Para fazer a limpeza, usei a parte menor do aspirador portátil da Eletrolux e aquele multiuso caseiro que já ensinei por aqui. Mostrei também como fiz um sachê simples para tirar qualquer cheiro inconveniente dos sapatos.

Para assistir ao vídeo é só clicar na imagem:

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Beijos!

Vá de marmita!

Passo muitas horas fora de casa e, com isso, tinha a maior dificuldade em manter uma alimentação adequada. Depois que incorporei a marmita na minha vida, não quero saber de outra coisa! Não tenho hora certa para sair do trabalho, então ficava refém das poucas opções da lanchonete até altas horas da noite. Logo me cansei e vi que precisava levar minhas comidinhas.

No ano passado, ganhei uma lancheira térmica e o esquema ficou ainda mais fácil! Cozinho, congelo as porções e na hora é só montar a bolsa com o que eu quiser. Gravei um vídeo mostrando a lancheira e falando um pouco das comidas que eu costumo congelar. Assista clicando na imagem abaixo:

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O que você costuma levar para comer no trabalho? Estou sempre em busca de receitas novas para congelar, vou adorar sua dica!

E aproveite para se inscrever no canal e receber os vídeos com antecedência lá no Youtube 🙂

Beijos!

Atualização Project Pan

Há quatro meses, eu escolhi alguns produtos de beleza que estavam encostados na gaveta de maquiagem para usar até o final. É o tal Project Pan, que descobri em blogs americanos. A ideia é evitar o desperdício do que você já comprou e reduzir o consumo, já que você não vai precisar de um produto novo até acabar com o que tem em casa. Coloquei meu escolhidos em um local bem visível (para não esquecer de usar) e tive bons resultados!project-pan

Terminei o BB cream da L’oréal, que estava totalmente abandonado. Comprei muito animada com as resenhas da internet, mas a cobertura dele não é suficiente pra mim. É para quem tem a pele muuuito boa e quer só um leve “ajuste”. Como o efeito não é dos mais potentes, eu acabava deixando esse BB cream de lado quando me maquiava. Durante o projeto, eu dava uma caprichada no corretivo para amenizar a falta de cobertura dele. Deu certo e usei tudinho!

A base da Maybelline é da cor exata da minha pele e cobre bem, mas ela é voltada para peles oleosas. Minha pele é mista e eu moro em Brasília, onde a seca dura meses, então penei um pouco com essa base. Gravei o nome da cor para comprar futuramente outra base da marca, só que mais adequada à minha pele. Essa rendeu bastante e eu indico!

O bastão para os pés da Avon não fez muita diferença na minha vida. Mas, já que tinha comprado, usei até o final. Quem mora em clima seco sabe como é difícil encontrar produtos que realmente hidratem. Esse pode funcionar para pessoas de várias regiões, mas aqui onde eu moro é bem complicado.

Agora vamos aos itens que ainda não acabaram, mas tiveram bom avanço:

Quebrei a tampa desse batom da Revlon, então não consigo levá-lo na bolsa quando saio. Isso me limita um pouco, então resolvi acabar logo com ele. Deixei no topo da pilha e usei várias vezes. Já já ele termina!

O lápis de sobrancelha da Vult é muito bom, mas ganhei um kit da Anastasia e troquei de vez. Estou tentando reduzir ao máximo as minhas maquiagens e manter só um item de cada (na medida do possível). O kit resolveu a minha vida, por isso não preciso de duas opções para sobrancelhas. O lápis foi o escolhido para entrar no project pan e está no finalzinho. Daqui a pouco não consigo nem apontar!

O mais chatinho tem sido o lápis preto da Dior. Encontrei outros melhores e deixei ele de lado. O tempo passou e o coitado ficou lá esquecido. Usei bastante, mas ele está resistindo. Agora falta pouco.

Em resumo, adorei ter começado o project pan e não pretendo parar. Estou conseguindo reduzir e organizar melhor meus produtos de beleza, o que facilita demais a vida. Aconselho todo mundo a entrar no projeto, mesmo que você não queira tirar foto das suas coisas. Escolha alguns produtos e lembre-se de usá-los sempre.

Você pode redescobrir maravilhas que estavam escondidas na gaveta! Se isso não acontecer, vai evitar o desperdício de produtos. Lembrando que você pode doar, mas é um pouco complicado quando a maquiagem já foi usada, né? Dependendo do produto eu acho que não rola.

Espero reduzir ainda mais a quantidade de produtos de beleza com o tempo. Se você se animar a entrar no project pan, me conta aqui! É sempre bom trocar experiências com alguém 🙂

Beijos!