Categoria: Economize

TAG Falando de Dinheiro

A minha relação com o dinheiro nem sempre foi tranquila, como é hoje. Já joguei muito dinheiro “fora” com péssimas compras e demorei muito a aprender a importância de poupar e investir. Nunca fui descontrolada, mas também não sabia como juntar dinheiro para realizar sonhos.

Há mais ou menos 6 anos caiu a ficha de que eu precisava me esforçar mais para conquistar tudo o que queria. Comecei a ler muito sobre o assunto e desenvolvi uma relação saudável com as minhas finanças. A Dani, do blog Ricota não derrete, criou uma TAG para falar um pouco mais sobre o papel do dinheiro na nossa vida. Adorei a proposta e resolvi gravar a TAG para dividir com vocês algumas curiosidades sobre o assunto. Ficou muito legal 🙂

Perguntas da TAG Falando de Dinheiro:

1. Qual foi a primeira vez que você ganhou dinheiro trabalhando?
2. Qual a coisa mais curiosa que você já fez pra ganhar dinheiro?
3. Qual o maior sonho de consumo que você já realizou desde que começou a trabalhar?
4. Que compra te deu a maior sensação de dinheiro jogado no lixo?
5. Você consegue poupar dinheiro? Se sim, dá uma dica.
6. Qual é seu maior ralo de dinheiro?
7. Qual a sua maior preocupação financeira?
8. O que você faria se ganhasse uma fortuna?
9. O que você faria se tudo desse errado e você precisasse dar um jeito de se sustentar?
10. Qual o negócio dos seus sonhos?
11. O que te faz juntar dinheiro com prazer?

Beijos!

Comprar e vender no Enjoei

Recebi um comentário com uma dúvida que também surgiu logo no início do meu processo de destralhe do guarda-roupa: o que fazer com as roupas que não queremos mais? Essa pergunta costuma ter 3 respostas diferentes: doar, vender ou jogar fora.

Jogar fora é a última opção, só vale para aquilo que está rasgado ou sem condições de uso. Ainda assim, já li que abrigos para animais abandonados usam retalhos para fazer caminhas. Já doei lençóis e panos de prato bem velhos para um abrigo aqui de Brasília.

Muita coisa pode ir para doação e há várias entidades que precisam dessas peças. Boa parte dos meus destralhes vai para o bazar de uma igreja que conheço desde criança. Você também pode levar em abrigos ou buscar na internet grupos da sua cidade que recolham e façam a distribuição das roupas.

Aí sobram aquelas roupas que você usou pouquíssimas vezes ou nem tirou a etiqueta. Você pode recuperar uma parte do valor gasto vendendo essas peças. Sou fã de compras na internet, e encontrei no site Enjoei a maneira mais fácil de mandar as minhas roupas para quem realmente vai gostar delas.

Já vendi várias peças e fiz duas compras, por isso resolvi falar sobre a minha experiência no site. Se você quiser se cadastrar no site para conhecer melhor, use esse link: enjoei.com/c/elisalangsch. Você ganha R$ 20 na primeira compra e, eu, R$ 10 🙂

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Beijos!

Conta bancária grátis? Existe sim!

Há alguns anos, descobri uma maneira de economizar mais de R$ 500 por ano com uma mudança simples: parei de pagar tarifas em todas as minhas contas bancárias. Essa possibilidade não é divulgada, muito menos oferecida ao cliente na hora do atendimento. Mas ela existe e já me rendeu uma bela economia!

Hoje existem dois modelos de contas gratuitas: a conta de serviços essenciais e a conta digital. A escolha vai depender do seu perfil. Eu não tenho costume de ir ao banco e prefiro fazer tudo pela internet. Me dou bem com a conta digital para usar no dia a dia, mas também tenho a de serviços essenciais. O legal é que você não precisar abrir uma conta nova, basta ir ao banco e pedir a alteração.

Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor tem uma cartilha com dicas ótimas sobre tarifas bancárias. Também separei para vocês uma matéria da revista do Idec sobre a conta digital com muita informação útil!

Postei um vídeo com mais detalhes sobre essas duas opções de conta e as vantagens de cada uma:

Se quiser se aprofundar no assunto e conhecer seus direitos, consulte a resolução do Banco Central que trata da cobrança de tarifas.

Beijos!

Guia de compras da Marie Kondo

A japonesa Marie Kondo é uma inspiração para mim e me já apareceu várias vezes aqui no blog com dicas incríveis de organização. Gosto do método dela porque envolve não só a organização, mas o destralhe e a redução do consumo. Acredito que com esses três itens, todo mundo pode ter uma casa organizada e livre de excessos. Mas uma coisa é ler as dicas da Marie Kondo nos livros, e outra é colocá-las em prática, certo/

Pensando nisso, o site da revista The New Yorker levou a nossa organizadora preferida para fazer compras em uma loja maravilhosa, a Anthropologie. Confesso que nunca tive coragem de comprar nada nessa loja ($$$), mas as peças são realmente lindas. Enquanto Marie passeava pelas araras, ela passou algumas dicas valiosas para fazer compras inteligentes. Você pode ler a matéria original em inglês aqui, mas eu fiz uma adaptação em português com alguns comentários.

Se quiser conhecer mais sobre o método konmari, leia os posts abaixo:

A mágica da arrumação

Como organizar guarda-roupa

Marie Kondo

Visualize a roupa desejada antes de começar as compras

Não saia para fazer compras sem foco. Você só deve entrar em uma loja (ou site) quando precisar de algo específico, e é importante visualizar sua versão ideal daquele item antes de entrar. Isso evita que você se conforme em comprar algo pior ou totalmente diferente do foco inicial.

Cada peça de roupa ocupa um papel diferente na sua vida

A maior parte dos itens que você compra pertence a um segmento da sua vida, mas não necessariamente a outro. Pense em roupas de trabalhar versus roupas de sair. Avalie em qual área da sua vida você usará o novo item na maioria das vezes, porque isso vai ajudar a definir sua escolha. Caso contrário, você pode acabar com peças muito apertadas ou curtas para o ambiente de trabalho, ou ainda roupas casuais que exijam muitos cuidados.

Toque cada peça de roupa

Assim como a Marie Kondo recomenda para o destralhe da casa, é importante tocar cada peça que você possa comprar. Compras em potencial deveriam dar a sensação de contentamento quando você as sente. Caso a peça não desperte o sentimento, ela não vale seu dinheiro.

Ignore roupas não disponíveis no seu tamanho

Se a loja não tiver aquela peça no seu tamanho, ignore-a completamente e não fique tentando fazer a roupa cair bem a qualquer custo.

Evite o que não desperta alegria

Como mencionado antes, os itens que você vai comprar devem despertar alegria. Isso significa que eles deveriam te deixar animada sobre eles, sobre a vida, e não trazer associações negativas. Você deve evitar qualquer coisa que te deixe mal consigo mesma, que seja desconfortável ou traga memórias ruins do passado. A Marie praticamente não usa calças porque elas pararam de “despertar alegria” nela.

Passeie pela loja inteira antes de experimentar algo

Você quer tomar a decisão mais inteligente possível, e a melhor maneira de fazer isso é avaliar tudo o que a loja (ou site) oferece. Pode demorar mais tempo, mas percorra toda a loja para que você não perca nada interessante e perto do que você procura.

Faça compras sozinha

Ter sucesso nas compras envolve ver e provar muitas roupas, o que pode ser chato quando se tem amigos ou familiares te esperando. A Marie Kondo prefere fazer compras sozinha, ou, no máximo, leva o marido. Eu considero que levar acompanhantes aumenta as chances de erro, porque é muito fácil se deixar levar pelos comentários dos outros.

Aceite seu tamanho atual

Mais do que ignorar qualquer peça que não seja do seu tamanho, Marie Kondo sugere que você goste do seu corpo como ele é. Aprendendo a ser mais confiante e confortável na sua própria pele, você estará menos vulnerável a fazer compras emotivas sem base na realidade. “Eu só compro o que fica bem em mim. Se eu quiser emagrecer, faço isso primeiro e depois vou às compras”, disse Marie.

Não espere que um item desejado entre em liquidação

Marie Kondo acredita que se você esperar muito para que a peça entre em promoção, você pode perder a oportunidade de comprar o tamanho certo, já que as liquidações costumam ter pouca numeração. Para garantir que você compre apenas aquilo que te cai bem, compre logo as roupas que você adorou. Você vai economizar dinheiro na costureira para deixar a peça no seu tamanho.

Reduza até chegar ponto de sentir o “click”

Nesse dia de compras, a Marie selecionou 10 vestidos, depois reduziu para dois. A ideia é analisar cada peça e levar só as que despertarem alegria e não te façam sentir culpada depois de sair da loja. Tenha certeza de que precisa ou quer muito aquilo que está comprando.

Por que compramos tanto?

Você já parou para pensar nos motivos que te levam a comprar? Quase nunca compramos uma bolsa nova por necessidade, por exemplo. Outras razões costumam estar por trás dessa vontade louca de passar o cartão de crédito e sair do shopping carregada de sacolas.

Pesquisando sobre o assunto, conheci a Debbie Roes, autora de um blog incrível sobre essa questão: o Recovering Shopaholic. Ela lutou contra a compulsão por compras por mais de 30 anos e hoje faz reflexões incríveis sobre o consumismo excessivo.

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Em diferentes posts, a Debbie lista motivos que nos levam a comprar. Me identifiquei com vários! Ficou claro para mim que a vontade incontrolável de comprar só por comprar esconde algum problema que não queremos enfrentar. É duro, mas acho importante aceitar que a loucura pelo shopping pode ser resultado de insegurança, depressão ou medos variados.

Quero citar alguns exemplos trazidos pela Debbie e saber o que vocês pensam sobre o assunto. Se você tiver curiosidade em conhecer toda a lista (e não se importar na leitura em inglês), conheça o blog dela!

Tédio
Culpada, culpada e culpada! Já caí nessa roubada incontáveis vezes. Estava saindo do trabalho e não tinha nada para fazer em casa ou na rua. Em vez de buscar alguma atividade que me favorecesse (academia, um curso, etc), eu corria para o shopping. Hoje sei da importância de me envolver em atividades interessantes além do trabalho e da casa para manter a cabeça em ordem. Superei esse péssimo hábito do shopping, mas me pego em sites online quando o dia está chato. Mais um hábito a evitar!

Fuga/negação
Você tem um abacaxi enorme para resolver em casa no trabalho, mas é muito mais fácil correr para as lojas do que encarar o problema de frente. Ou você uma reunião terrível e precisa fugir do stress. Problemas sempre vão existir, nunca vamos escapar deles. Eu prefiro resolver o problema o mais rápido possível e me ver livre dele, mas sei que é comum entrar nesse estado de negação.

Insegurança
Aquele sentimento de não ser bom o suficiente, ou de não ser tão bom quanto os outros, é mais um motivo para as compras sem controle. O problema é que as roupas novas não resolvem a insegurança e a gente continua se sentindo pra baixo, mesmo com mil peças de marcas famosas. Demorei, mas aprendi que não é um banho de loja que vai curar a insegurança.

Pressão de conhecidos
Esse é mais um clássico: quem nunca comprou só porque a amiga tinha um igual ou porque estava acompanhada das colegas de trabalho e não queria ficar “por baixo”? Já passei por isso várias vezes na minha adolescência e também na fase adulta. Se fulana usava tal marca, eu também queria. Se alguém falava pra eu usar tal roupa, eu comprava. É muito bom sair para passear com familiares e amigas, mas não se deixe influenciar fácil. Para evitar riscos, vá sozinha e se divirta 🙂 Eu gosto de fazer compras sozinha ou, no máximo, com o meu marido, porque muitas opiniões me confundem e acabo não comprando nada.

Essas são razões comuns que nos levam a exagerar nas compras e te convido a pensar na que mais se encaixa na sua história. Essa pode ser uma ótima oportunidade de trabalhar o sentimento e tirar o foco das compras. Que tal gastar tempo, dinheiro e energia com aquilo que realmente faz bem?

Beijos!

Tem açúcar?

Minha cozinha está praticamente completa, depois de dias de muito sufoco e improviso! Ficamos semanas sem gás nem armários, o que rendeu colocou a minha imaginação para trabalhar como nunca. Sem poder usar o fogão, cozinhei de tudo no microondas e na Air Fryer (essa salvou mesmo!). Consegui fazer algumas refeições bem decentes e lanches deliciosos.

O que me atrapalhou mais foi a questão dos armários. Como não tinha espaço para guardar toda a louça, desembalei só o mínimo necessário: alguns copos, pratos, xícaras, potes e talheres. Tudo ficava em cima das bancadas de granito, o que está longe do meu ideal de organização.

Também não podia comprar muita comida no supermercado porque não tinha onde guardar. Enfim, uma bagunça! Até que um dia estava na Leroy Merlin e vi uma estante bem simples, mas que me ajudaria a acomodar as coisas. Ela custava uns R$ 100 e eu quaaaase comprei, mas aí pensei: acho que consigo uma emprestada!

Tentei com os meus pais e algumas amigas, mas não encontrei. Aí lembre do site Tem Açúcar?, que eu conheço há um tempo, mas nunca tinha feito um pedido. Funciona assim: você se cadastra e pode pedir algo emprestado. O aviso chega para usuários que moram perto da sua região. Se alguém tiver o material disponível para empréstimo ou doação, entra em contato e vocês combinam o encontro.

Contando com a sorte, postei no site que precisava de uma estante. No mesmo dia, veio a resposta da Fernanda, uma vizinha de bairro muito atenciosa que salvou a minha cozinha. Combinamos que eu passaria na casa dela naquela noite. Levei o móvel para casa e vocês acreditam que ele encaixou certinho na bancada de granito? Nem acreditei quando vi!

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Essa é a estante salvadora! Ela é pequena, mas quebrou o maior galho para guardar potes e embalagens de comida. Foi a nossa “despensa” por um mês e evitou que a cozinha virasse um caos completo.

Esse post é para lembrar que podemos resolver várias situações sem gastar um centavo. É só usar a criatividade e arrumar alternativas. No meu caso, também precisei contar com a solidariedade dos outros e sou muito grata à família que me ajudou. Sempre fico de olho nos posts do Tem Açúcar? para ver se posso ajudar alguém. Ainda não rolou, mas sei que um dia alguma coisa minha será útil para outra pessoa 🙂

Ah, e amanhã mostro para vocês como ficou a cozinha com todos os armários e eletrodomésticos instalados. Eu amei o resultado e espero que vocês gostem também!

Beijos!

Como aproveitar folhas e talos

Desde que nos mudamos para o apartamento novo e eu comecei a cozinhar com mais frequência, percebi como desperdiçava os alimentos. De tudo que chegava da feira, boa parte ia para o lixo: talos, folhas e cascas ficavam de fora das receitas e eram desperdiçados.

Ninguém gosta de ver o dinheiro indo pelo ralo, então passei a prestar mais atenção aos alimentos para entender como aproveitá-los ao máximo. Até agora, encontrei soluções boas para cenoura, brócolis e espinafre. Ainda sofro com as frutas, mas esse é o próximo passo! Hoje quero dividir com vocês dicas de como aproveitar folhas e talos. Todas foram testadas e aprovadas por mim, então pode confiar 🙂

Cenoura
Em vários mercadinhos orgânicos aqui da minha cidade, a cenoura é vendida com a folhagem. O vendedor costuma perguntar se você quer levar com ou sem as folhas, e um dia decidi levar tudo para aproveitar as folhas de alguma forma. O gosto da folha de cenoura é bem marcante e pensei que daria um bom tempero. Fiz o teste no caldo de frango e agora só faço assim! Geralmente compro um peito de frango inteiro, com o osso, e coloco para cozinhar na pressão coberto de água. Para o caldo não ficar sem graça, complemento esse cozido com as folhas da cenoura (que costumo guardar no freezer também), uma cebola picada e outros temperos que eu tiver no dia. Depois que o frango sai da pressão, você tem um caldo delicioso para congelar e usar em risotos ou sopas.

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Espinafre
Gosto de muitas receitas que levam as folhas do espinafre, mas sempre ficava na dúvida sobre o que fazer com os talos. Comecei a usá-los para dar um up na água do arroz. Depois de tirar as folhas, corto os talos em pedaços e coloco em uma panela com água. Deixo ferver por alguns minutos, até que a água fique verdinha. Dá para usar na hora ou congelar em saquinhos de plástico para os próximos dias. Refogo a cebola e o arroz normalmente, e uso a água do espinafre para cozinhar. Para mim, o arroz não fica com gosto e mal dá para perceber que foi cozido com a água do espinafre.

Brócolis
Você também ama um arroz de brócolis? Eu adoro e encontrei um jeitinho de fazer o brócolis render muito mais. Antes, eu picava as flores junto com um pouco do caule para fazer o arroz e descartava as folhas. Agora faço o seguinte: tiro as flores para fazer salada no pote (Aprenda a fazer aqui) ou assar no vapor para acompanhar algum prato no almoço. Junto o caule e as folhas e congelo se não for usar naquele dia. Para fazer o arroz, pico tudo bem pequeno. O gosto do caule e das folhas é exatamente o mesmo das flores, a parte “nobre” do brócolis. O arroz fica muito gostoso, nem dá para perceber que foi feito com os pedaços que muita gente joga fora.

Meu próximo passo será aprender a aproveitar cascas de frutas, que morro de dó de jogar fora. Já li algumas coisas sobre a farinha da casca do maracujá, fruta que uso muito lá em casa e só aproveito o miolo. Se vocês tiverem alguma dica para aproveitar melhor legumes e frutas, por favor, me contem aqui! Estou animada para reduzir o lixo e aproveitar melhor as minhas compras. Afinal, fazer feira não está nada barato!

Beijos!

Compras = menos stress?

Hoje dei uma volta no shopping para pesquisar preço de geladeira (acabei comprando online! #internetwins) e fiquei pensando nos tempos em que passear nas lojas era um prazer para mim. Quantas vezes não saí do trabalho direto para o shopping só porque o dia tinha sido puxado… Por muitos anos usei as compras para relaxar, mas não percebia que logo em seguida aquilo viraria um drama: extrato do cartão nas alturas, poupança zerada e um guarda-roupa nada interessante.

Eu descontava o stress da vida nas compras, mas não tinha um retorno duradouro. A alegria durava algumas horas, mas no dia seguinte tudo voltava ao normal. Minha relação com as compras nunca chegou ao ponto de atrapalhar a minha vida ou me deixar endividada, mas sei que ela não era 100% saudável. E entendo que muita gente compartilha desse mesmo problema.

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Sabia que mais de um terço das pessoas (36%) compra para aliviar o nervosismo do dia a dia? Li uma pesquisa recente do SPC mostrando que 24% das pessoas compram quando estão deprimidas. As mulheres têm uma tendência maior a fazer compras por impulso quando estão deprimidas: 30% já caíram nessa roubada.

Eu já me encaixei nessas estatísticas, mas a cada dia tenho menos vontade de gastar dinheiro sem pensar muito bem antes. Hoje eu valorizo as boas experiências que o dinheiro pode pagar, como a emoção de viajar para um lugar novo e a alegria infinita de arrumar a minha casa.

E você, já pensou no que vai fazer com o próximo salário? Pense bem antes de correr para o shopping. Planeje, dê um destino a cada centavo que entra e o retorno será incrível. Eu garanto J

Beijos!

PS: Se você ficou curioso com a pesquisa e quer ver mais dados, é só clicar aqui.

Compras por impulso | Como evitar?

As piores compras da minha vida foram feitas sem pensar, totalmente por impulso. É aquela história: você não estava precisando de nada, mas passa por uma vitrine e se apaixona por aquela roupa. Parcela, passa em dois cartões, pede ajuda pra mãe, mas dá um jeito de sair da loja com o pacote. Chegando em casa, a decepção é quase sempre inevitável: a roupa não ficou tão legal assim, não combina com o seu estilo ou é perfeita para aquela festa de gala que você nunca irá.

Todo mundo já comprou por impulso e se arrependeu em seguida. Eu uso algumas táticas para ajudar a economizar e evitar o desperdício. Hoje quero conversar com vocês sobre dicas para driblar a vontade de gastar e acabar com as compras feitas por impulso. É só dar play no vídeo:

Beijos!

Como economizar na reforma

Quando começamos a planejar a obra do apartamento, decidimos fazer só pequenas alterações para adaptar os cômodos às nossas necessidades. Nada de trocar revestimentos nem tirar as paredes do lugar. A ideia era aproveitar ao máximo o que já estava na casa (afinal, pagamos por ela!) e economizar bastante.

Juntamos o dinheiro e fizemos um belo planejamento, o que nos ajudou muito a ficar na linha em relação aos gastos. Mas é claro que toda obra tem seus imprevistos e custos extras. Tivemos alguns contratempos, mas com um pouco de organização estamos conseguindo fazer tudo como planejado. Nessas semanas de reforma prestei atenção em algumas coisas que nos ajudaram a economizar e quero dividir essas dicas com vocês!

Gravei esse vídeo no apartamento ainda vazio, só com as luminárias instaladas. Espero que vocês gostem! 🙂 Confiram as minhas dicas para economizar na reforma:


Beijos!